Economia Brasileira – Melhorias e Mudanças

2, setembro, 2010

Durante o ano eleitoral são vários os momentos em que a população brasileira se aproveita, no bom sentido da palavra, para reivindicar algumas questões ainda sem resolução parcial ou definitiva. Temas revolvidos pela educação, saúde, meios de transportes são alguns dos inúmeros exemplos que alguns veículos de comunicação, por exemplo, elucidam semanalmente como temas de grande repercussão e necessidade.

O salário mínimo, obviamente, não passa despercebido em todos os sentidos relacionados, pois quanto mais o trabalhador aufere, maiores são as possibilidades de bem-estar pessoal e social. O Orçamento 2011, que inclui reajuste de R$ 538,15, ante os atuais R$ 510, pouco muda ao cidadão, mas causa grande impacto aos cofres públicos. Mesmo assim, parte da população tem remuneração várias vezes superior do ordenado-base.

Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que as famílias do Brasil estão otimistas para com o futuro da economia do país, com mais de 69,2% dos lares com ganhos superiores a dez salários pensando positivamente em relação a tal possibilidade, acima, pois, das 56,9% de residências com remuneração de dois a quatro salários acreditando na melhoria da economia.

Por faixa etária, segundo o portal R7, 62,11% dos jovens de 16 a 29 anos apostam na evolução, acima do percentual de 52,7% das pessoas com idade superior a 60 anos que estimam essa prerrogativa. Segundo o Ipea, a diminuição nos índices de desemprego, o aumento na remuneração e a oferta de crédito são alguns dos pontos que contribuíram para os números apresentados no estudo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Brasil, Economia

Supermercados mais Rentáveis em alguns estados do Brasil

2, setembro, 2010

A rede mundial de computadores é uma plataforma eficaz para a compra de diversos produtos que anteriormente eram contraídos somente em meios físicas. A expansão de 170% do comércio online em 2009 suscita pontos característicos, como é o caso do aumento no interesse do consumidor pela internet e a possibilidade de comparativo de preços por meio de poucos cliques do mouse.

Se o mundo contemporâneo não permite total acesso de grande parte da população aos comércios em shoppings e ruas (fator tempo), entidades se encarregaram de levantar algumas informações cruciais, tais como a associação Pro Teste, que recentemente arrolou pesquisa envolvendo os supermercados mais rentáveis em 21 cidades de 15 estados do país.

De acordo com a Folha UOL, o estudo, que percorreu mais de um mil pontos de venda, cerceou 104 mercadorias de marca, desde alimentos e hortigranjeiros a limpeza e higiene.

Confira, a seguir, algumas localidades levantadas pelo Pro Teste e divulgadas pelo veículo de comunicação fonte deste artigo:

- Belo Horizonte: Supermercado BH (Liberdade, Jardim América e Carlos Prates);

- Brasília: Atacadão (Asa Norte);

- Campinas: Covabra (Vila Nova);

- Curitiba: Mercadorama (Tarumã);

- Florianópolis: Imperatriz (Saco dos Limões e Fátima);

- Porto Alegre: Bom (Espírito Santo);

- Rio de Janeiro: Atacadão (Vicente de Carvalh);

- São Paulo: Dia (Pinheiros);

- Natal: Atacadão (Igapó e Candelária).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Brasil, Pesquisa, Supermercados

Créditos Empresariais – Crescimento em Julho de 2010

2, setembro, 2010

O ambiente positivo gerado pelo crescimento da economia brasileira tem sido suficiente para o aumento do otimismo da população e de empresários, pois o número de investimentos pelo país tem crescido em inúmeras áreas e de maneiras distintas, dentre eles a partir de montadoras estrangeiras.

Algumas ações só são possíveis, porém, por meio de créditos voltados a pessoas jurídicas, sem no entanto haver desprezo de esforços de empresários. Segundo a Serasa Experian, as operações dessa esfera às companhias devem apresentar desenvolvimento ainda neste ano, especialmente entre outubro e dezembro, pois o indicador de perspectiva em julho, por exemplo, reteve alta de 0,3%, a maior dilatação desde abril passado.

Economistas da Serasa, segundo o portal Economia UOL, acreditam que a retomada de uma cadência de desenvolvimento mais apressada deverá estimular o maior número de contratações de crédito, diferentemente do estipulado para o consumidor – porque dele se espera um desempenho mais ameno em comparação ao primeiro semestre deste ano em virtude da retirada dos estímulos fiscais.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Crescimento, Crédito, Economia, Empresas

PIB per capita – Queda em 2009

2, setembro, 2010

A recente crise financeira global, tão negativa quanto à de 1929 (colapso da bolsa de Nova Iorque), tem marcado uma nova geografia econômica mundial. Os Estados Unidos, que até 2008 rumavam tranquilamente em todo o globo terrestre, sentem dificuldades em restabelecer suas atividades; o Brasil, por sua vez, passou a comandar uma espécie de revolução, se assim pode ser dito, entre os países latinoamericanos.

No primeiro trimestre de 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) contabilizou alta de 2,7% em comparação aos três meses finais do ano passado. Contudo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira, 1º de setembro, que o PIB per capita de 2009 foi abaixo em 1,17% ante a soma de todos os bens e serviços observada em 2008. Em valores, no ano passado somou-se R$ 5,405 mil; anteriormente, contabilizou-se R$ 5,469 mil.

Apesar da baixa na comparação anual, segundo o IBGE em matéria emitida pelo portal Economia Terra, o número é o segundo mais avançado desde 1995, ano em que o estudo começou a ser realizado. O balancete do PIB per capita é abordado como um indicador da cadência do crescimento econômico do país.

A principal e mais óbvia justificativa – mas não a única – para essa retração do ano passado é a crise financeira mundial, que ainda condiciona alguns ajustes por parte de vários países do globo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin 2009, Economia, Notícias, PIB

IGP-M – Alta em Agosto de 2010

2, setembro, 2010

Para quem tem reajuste de aluguel determinado pelo IGP-M (Índice geral de Preços – Mercado) do mês de Agosto uma notícia não muito boa. Segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgou o IGP-M do mês teve aumento de 0,77%. Este índice é o maior para o mês de Agosto desde 2007, quando a taxa ficou em 0,98%. Em comparação com o mês de Julho o salto foi bem maior que a taxa daquele mês, onde houve uma apuração de aumento de 0,15%.

Conforme matéria do site IG o que mais impulsionou o índice para cima foi o aumento do minério de ferro no atacado, que de Julho para Agosto aumentou de 2,48% para 15,08%. Já o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou uma variação de 0,22%. Em Julho o índice apurado foi de 0,62%.

O cálculo do IGP-M é feito com os preços coletados no período compreendido entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência, e sua taxa acumulada é utilizada para calcular o reajuste dos valores dos aluguéis. Em 2010 este índice já atingiu uma alta de 6,66% e no percentual dos últimos doze meses a alta é de 6,99%. Uma taxa bem elevada, mas uma boa negociação direta do reajuste sempre pode ser tentada em busca de um valor que possa ser bom tanto para o inquilino quanto para o proprietário. A negociação sempre é um bom caminho.

Por Mauro Câmara

Admin 2010, Aluguel, Crescimento, IGP-M, Imóveis, Notícias

Sebrae – Site de Informações para Micro e Pequenas Empresas

1, setembro, 2010

Incertezas sobre como abrir e gerir empreendimentos são as mais comuns dos brasileiros que, diferentemente da grande tendência, almejam ser donos do próprio negócio. Existem duas modalidades atinentes à área: oportunidade ou necessidade, a segunda atrelada a empreendedores que não possuem, geralmente, formação administrativa ideal.

No intuito de fornecer panorama do cenário brasileiro, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae) inaugurou na última terça-feira, 31 de agosto, uma página virtual com dados e informações relacionas às micro e pequenas empresas brasileiras e seus respectivos trabalhadores. De acordo com a Band Online, o principal intuito é agrupar elementos envoltos à realidade do mundo dos negócios e promover o trabalho daqueles que concebem políticas de cunho públicas.

Informações relacionadas à taxa de sobrevivência de companhias, número de empresas que atuam na área da exportação e outras cerceadas pelo Simples, bem como negócios informais e empreendedores particulares formalizados, compõem os principais pontos abordados no site.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Empresas, Outros, Sebrae

Instituições Bancárias – Crimes Eletrônicos – Investimentos em Segurança

1, setembro, 2010

Os brasileiros reclamam, até com certa razão, das altas taxas exercidas pelas instituições bancárias. Para contrair um empréstimo pessoal, dependendo das condições, o valor – mais os juros – quase dobra em relação ao montante inicialmente adquirido. Algumas pessoas, porém, adotam estratégias diferentes para driblar alguns impostos, tais como abertura de conta poupança somente para o recebimento do salário mensal, a qual, em alguns casos, não tem custos.

Reclamações à parte, não são somente os correntistas que sofrem certas perdas, mas também os próprios bancos. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o prejuízo das instituições com crimes eletrônicos deve totalizar, até o final deste ano, R$ 900 milhões, soma similar à diagnosticada em 2009. A entidade calcula que o valor médio em cada sabotagem, tanto por meio de cartões de débito como de crédito, chega a R$ 1 mil.

Wilson Gutierrez, diretor-técnico da Febraban, aponta que as fraudes relacionadas a cartões de crédito representam 45% do total de crimes. Golpes através do internet banking (página designada para movimentação, consulta e outros serviços por meio da rede mundial de computadores), particularmente, concebem 30% dessa somatória, seguido por cartões de débito, com representação de 20%.

A despeito da problemática, Gutierrez afirma em reportagem do Portal de Economia UOL que os bancos aplicaram R$ 1,4 bilhão no quesito segurança e outros R$ 19,4 bilhões em Tecnologia da Informação somente no ano passado, além de novos sistemas para proteção ao cliente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Bancos, Crimes Eletrônicos, Investimentos, Segurança

China – Investimentos no Mundo

1, setembro, 2010

O desenvolvimento da economia brasileira seguiu alguns conceitos para ser edificado, tais como implementação de estímulos fiscais recentes, maiores oportunidades de trabalho com carteira assinada e ampliação no poder aquisitivo e confiança da população. Em um ambiente propício, empresas nacionais e estrangeiras têm investido com mais ênfase, sejam elas micro, pequenas, médias ou grandes.

A China, outro país integrante do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), tem conseguido se estabelecer como a nova referência desta década, tanto que foi considerada nos últimos dias a segunda economia mundial, atrás somente dos Estados Unidos. Devido ao seu forte crescimento a nação asiática deverá ser a maior investidora global entre uma década a uma década e meia.

Márcio Holland, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), avalia que os chineses ampliaram tanto seus investimentos em todo o planeta, por meio de suas estatais, que já há unidades produtivas na Alemanha, na Áustria e, também, no Brasil. Para ele, durante entrevista transcrita pelo portal de Economia UOL, a China quer recursos naturais, petróleo e alimentos, e os locais focados são sua base necessária.

O enaltecimento em relação à economia brasileira não é o mesmo ponto de vista adotado por Holland, pois se desconsiderada a China como participante da nova geografia econômica global, nenhum dos países pobres contribui veementemente. Para ele, o Brasil ainda é uma economia acanhada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin China, Economia, Empresas, Investimentos, Notícias

Crise Financeira Mundial – Indústria Brasileira

1, setembro, 2010

O Brasil, segundo o alto escalão do governo, foi um dos últimos países a fazer parte da nebulosa crise financeira mundial e o primeiro a sair. Os números relacionados ao Produto Interno Bruto (PIB), otimismo da população e dos empresários, bem como cálculos ao futuro da economia, correspondem bem a algumas teorias.

A crise, por sinal, afetou bastante o Brasil, pois entre as nações integradas no BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), a indústria do país foi a segunda mais comprometida, com arrefecimento de 2,5% entre setembro de 2008 e junho de 2010, porém, menos prejudicada em relação à russa, que observou seu produto industrial encolher mais de 32% no mesmo período de análise.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), responsável pelo levantamento, China e Índia fizeram percurso diferenciado, pois obtiveram aumento nas suas produções em 14,7% e 24,3%, respectivamente. Em reportagem emitida pelo portal de Economia Terra, Marcelo de Ávila, economista da entidade, avalia que os efeitos da crise não danificaram as exportações dos asiáticos, exatamente pela taxa de câmbio declinada.

Apesar dessa constatação negativa, Brasil, China e Índia retomam a atividade industrial dentro do BRIC e em relação aos países desenvolvidos, que singularmente enxergam e sentem uma maré difícil de ser superada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin BRIC, Brasil, Crise Financeira, Crise Mundial, Indústria

Dívidas – Consumidores Brasileiros

1, setembro, 2010

Após o Brasil superar a crise financeira mundial, governo e empresas conseguiram se restabelecer em muitos quesitos, tanto que os consumidores, por exemplo, começaram a adquirir produtos de vários segmentos, desde os ofertados com valores baixos até outros mais custosos, como é o caso de veículos automotores, linha branca, eletroeletrônicos e residências novas. O final de 2009 foi marcado por grande avanço, estendido ao primeiro trimestre de 2010 quando o Produto Interno Bruto (PIB) saltou 9% em comparação ao período de janeiro e março do ano passado.

As medidas de estímulos, entre elas a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) finalizada em março último a segmentos de grande relevância, contribuíram para o desaquecimento da atividade. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), relacionado a tais informações anteriormente versadas, constatou percentual de 55% das famílias do país com dívidas. De acordo com a entidade, 37,8% dos lares não têm como quitá-las, enquanto 36,7% deverão optar pelo parcelamento. Outros 22,8% pretendem pagar dívidas de maneira integral.

Embora os valores possam assustar, Márcio Pochman, presidente do Ipea, avalia que de um modo geral o endividamento da nação brasileira é muito baixa, mesmo existindo um grupo com certa dificuldade em abrandar suas dívidas. Para esse, conforme relatado à agência de notícias Reuters, tem-se de ter um cuidado especial, tais como a promoção no aumento do número de empregos.

A região Nordeste, segundo o Ipea, é a região com mais dificuldades em quitar seu endividamento.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Consumidores, Dívidas, Notícias