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Karl Max acreditava que, algum dia, o capitalismo sucumbiria ao seu próprio poder; não teria condições de, por exemplo, estender-se durante muito tempo, pois em alguma ocasião haveria uma crise sem precedentes.
Em 1929 isso quase foi uma realidade, se não fosse a participação do Estado para “salvar” o sistema financeiro.
Provavelmente, com base na mesma análise, Samuel Guimarães, ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégico, afirmou que as nações que tiveram mais instrumentos participativos do Estado conseguiram maior sucesso em relação à crise financeira de 2008/2009.
Segundo o Portal de Economia do Estadão, Guimarães crê que as iniciativas comandadas pelas lideranças políticas de diversos países, dentre eles o Brasil, foram o suporte necessário para que cada qual, à sua maneira, saísse da recessão.
Além dessa análise, Guimarães afirmou que um dos principais desafios globais, se não o mais importante, é obter crescimento e atender às normas ambientais. Felizmente, a nação brasileira tem conseguido êxito neste sentido. Se tudo se mantiver, realmente, o Brasil será a quinta potencial mundial daqui a poucos anos.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
