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Historicamente, a América Latina é uma região defasada em relação aos continentes norte-americano e europeu. Entretanto, Juan José Daboub, diretor-gerente do Banco Mundial (BM), relata que os países integrantes do bloco sul-americano, como um todo, obterão crescimento médio de 3% neste ano, superando os demais locais do mundo.
Para Daboub, a região conseguiu obter resultados expressivos mediante dificuldades constatadas durante a crise financeira mundial, pois grande parte dos governos realizou medidas pertinentes – sobretudo o Brasil, que tem chamado a atenção das demais nações por meio de dados concretos e expectativa de crescimento sustentável.
Conforme veiculado pelo Portal Dinheiro do UOL, Daboub observa que as experiências adquiridas ao longo dos anos pelos governos locais possibilitaram a tomada de iniciativas conscientes, sensatas, principalmente aquelas em que a responsabilidade fiscal foi altamente necessária.
Apesar desse otimismo por parte do Banco Mundial, os países da América Central e do Caribe não terão desenvolvimento tão acelerado como nas demais nações latino-americanas.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
