|
|
|










A população parece estar cansada de tanto escutar e ler sobre o tema “crescimento econômico do Brasil”. Sim, isso pode até soar verdadeiro a uma parcela da sociedade, mas conhecer a origem de cada situação, de cada evento, pode fazer uma diferença gritante no futuro, tanto numa entrevista de emprego como numa conversa informal.
A equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou nos últimos meses como medidas justificantes do desenvolvimento do país em meio à crise financeira os benefícios fiscais e créditos outorgados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Braços-direito do ex-sindicalista atestam semelhantes discursos.
Uma exceção discursiva se fez nesta semana. Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda e sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, sopesa como agente direito para o Brasil se sair bem do colapso global o Banco Central (BC). Para ilustrar aos mais desavisados, atestou que a condução da política monetária foi eficaz o suficiente para manter o equilíbrio dos preços, estendendo-se, por exemplo, a própria população e as empresas, que tiveram condições de se organizarem.
Mesmo assim, conforme prescrito pelo Estadão, Nóbrega pondera existir falta de maiores ações que visam robustecer as conquistas econômicas brasileiras, entre elas reformas política, tributária e previdenciária, bem como marcos institucionais para o incentivo de investimentos no país.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Artigos similares:
- Crescimento Brasil – Revista alerta Crescimento Econômico Brasileiro
- Crescimento Econômico brasileiro será impulsionado pelo Setor Industrial
- Banco Central irá utilizar notas de dinheiro trituradas como Adubo na Amazônia
- Banco Central BC diz que Brasil não saiu da Crise Financeira
- FMI pode virar Espécie de Banco Central
- Banco Central pode Aumentar Taxa Selic


