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Em shoppings ou nas ruas, em locais voltados à elite ou às grandes massas, redes de fast-food (comidas rápidas) são um dos empreendimentos em que o cidadão brasileiro, bem como o norte-americano, se utiliza para sua alimentação. Os preços acessíveis e a velocidade com que são preparados tornam-se atrativo indispensável em meio ao mundo cada vez menos ausente de tempo.
Concorrente direto do McDonald’s, o Burger King chegou ao Brasil para tentar desbancar seu adversário e em alguns pontos até conseguiu, justamente pelo fator novidade. Mesmo assim, o BK, líder nos Estados Unidos, anunciou sua venda. A 3G Capital, que tem entre os sócios alguns brasileiros, foi a grande compradora da rede.
O valor por ação dispensado pela 3G foi de US$ 24, algo que, no final das contas, fez o negócio estabelecer-se na casa de US$ 3,26 bilhões, contudo, as dívidas do Burger King, também contraídas, fizeram o valor subir para R$ 4 bilhões. A transação deverá ser fechada entre outubro e novembro de 2010.
De acordo com o portal Economia Terra, o impasse vivido pela rede estadunidense se deve, em grande parte, à crise financeira mundial, pois os consumidores que mais fazem uso da rede para encerrar a fome foram diretamente afetados.
Por Luiz Felipe T. Erdei
