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JBS pretende diminuir o Comércio de Carne Bovina na Argentina

31, agosto, 2010

O segmento de carne bovina tem ampla atuação no Brasil, principalmente se mencionado o JBS, maior do mundo em termos de processamento da mercadoria. No final da semana passada o grupo revelou que analisa diminuir a produção de carne na fronteiriça Argentina ou, então, comercializar algumas unidades produtivas por lá. A justificativa emitida é o ambiente de carência na disposição de gado e depreciação das exportações.

Informações apuradas pela agência de notícias Reuters asseveram para a possibilidade de o JBS vender três frigoríficos situados na terra de Diego Maradona, segundo explanações emitidas por Guillermo Moreno, secretário de Comércio Interior da Argentina, com base em uma fonte não mencionada.

Embora a Reuters tenha feito o possível para confirmar as especulações, o grupo de processamento de carne bovina, que inclusive atua na educação de crianças e adolescentes por meio de escolas de referência, sem custo algum aos estudantes, assegurou que manterá o mercado – nacional e internacional – ciente sobre qualquer mote relevante.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Argentina, Comércio, Exportações, JBS

Argentina e Brasil defendem utilização das moedas para troca comercial

28, junho, 2010

A rivalidade entre argentinos e brasileiros cerceia, basicamente, a cultura futebolística, mas outras modalidades do esporte, bem como demais âmbitos entre os dois, expõe ao mundo várias facetas. Há poucas semanas, entraves na área comercial acirraram novas disputas, tanto que foi necessária a intervenção de Cristina Kirchner, presidente da Argentina, para apaziguar, parcialmente, especulações.

Em 25 de janeiro, sexta-feira, Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do país, e Amado Boudou, titular de Economia dos hermanos, endossaram a utilização das moedas de cada país na troca comercial entre as duas partes.

Jorge ponderou em reportagem veiculada pelo portal economia UOL que aguarda o bom funcionamento desse sistema, inclusive com maior volume comercial, implementação ratificada por Cristina e Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país.

Por outro lado, embora o sistema já esteja em prática desde 3 de outubro do ano passado, empresários dos dois lados alegaram existir falta de aplicação de mecanismos relacionados à medida em virtude da ausência de sua aplicação por parte de bancos privados.

Boudou revela que as problemáticas já estão em processo de resolução e o peso argentino e o real passam por maior valorização.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Argentina, Brasil, Notícias

Argentina e Brasil – Barreira à Importação de Produtos Brasileiros não Existe, diz Ministro Argentino

25, maio, 2010

A guerra entre argentinos e brasileiros não se restringe ao futebol. Há algumas semanas, foi anunciado na imprensa nacional que a Argentina barraria o ingresso de alimentos não frescos do Brasil semelhantes aos fabricados em seu território. Dias depois, Cristina Kirchner, presidente hermana, barrou a medida e retratou que o comércio entre ambos os países não sofre qualquer tipo de intervenção.

Amado Boudou, ministro da Economia da Argentina, convergiu com as palavras de Cristina e assegurou que não existe qualquer tipo de cerceamento na entrada de alimentos brasileiros, enfatizando, também, a relação entre uma e outra parte como importantes ao desenvolvimento argentino.

Para Boudou, que teve palavras refletidas pelo portal Dinheiro UOL, o relacionamento entre argentinos e brasileiros é tão positivo que a sociedade entre as duas esferas permitirá que as aplicações do Brasil correspondam em mais de 5% no Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Será que a imprensa brasileira foi afobada ao divulgar retaliações comerciais da Argentina para com o Brasil ou os hermanos, de fato, recuaram na decisão?

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Admin Argentina, Brasil, Notícias

Argentina diminui retaliação ao Brasil – Comércio de Alimentos Brasileiros

18, maio, 2010

A Argentina adotou uma medida drástica nos últimos dias: retaliar a importação de alimentos brasileiros não frescos similares aos fabricados dentro de suas fronteiras. O anúncio, que pegou algumas autoridades do Brasil de surpresa, fez com que alguns líderes da nação tupiniquim ameaçassem adotar postura idêntica ante os hermanos.

No início desta semana, porém, o governo administrado por Cristina Kirchner já dá sinais de ter começado a flexibilizar, aos poucos, a medida restritiva, que já entraria em vigor no dia 1º de junho, com aumento de fiscalização 9 dias depois.

O portal de notícias G1 assinala que esse é o primeiro baque sentido por Guillermo Moreno, secretário de Comércio Exterior da Argentina, famoso, avalia a reportagem, por seu estilo ríspido.

Com a iniciativa contrária à emitida anteriormente, a relação comercial entre ambas as nações deverá ficar um pouco mais calma. O que a população brasileira e argentina querem, de verdade, é rivalidade na Copa do Mundo – a menos de um mês de seu início.

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Por Luiz Felipe Erdei

Admin Argentina, Brasil, Exportações, Notícias

Argentino pode usar Reservas para Quitação de Dívidas

7, maio, 2010

A política realizada na Argentina parece ser bem feroz e burocrática em alguns sentidos, pois, assim como no Brasil e em outras nações do mundo, existem partidos e políticos de opiniões contrárias. Cristina Kirchner, presidente do país, tenta, há muitos meses, direcionar reservas internacionais do banco central para o pagamento de dívidas.

Pois é, ao que tudo indica, o constante pedido da presidente surtiu efeito. Por 41 votos a 29, o Senado argentino aprovou projeto de lei que possibilita ao governo utilizar US$ 4,3 bilhões de dólares para o fim já mencionado no primeiro parágrafo.

O portal de notícias G1 avalia que o resultado pode ser considerado uma vitória para Cristina, possibilitando à presidente dar continuidade ao aumento de gastos governamentais em um ambiente de financiamento limitado.

O G1 pondera que Cristina poderá concorrer novamente à presidência no ano que vem. Recentemente, Nestor Kirchner, seu marido e ex-presidente do país, conquistou a função de secretário-geral da Unasul, importante elo a ser fincado entre as nações integrantes à entidade, entre elas o Brasil.

Leia mais no site do G1.

Por: Luiz Felipe Erdei

Admin Argentina, Dívidas, Notícias

Mercedes Marcó del Pont assume Banco Central da Argentina

5, fevereiro, 2010

Após grandes batalhas na Argentina, Martin Redrado deixou o posto de presidente do Banco Central do país. Em seu lugar assumiu Mercedes Marcó del Pont, que já estima que, durante sua gestão, políticas monetárias verossímeis e estabilizadoras serão o foco principal. Outro ponto sugestionado por ela é que haverá colaboração e pacto com o atual modelo econômico do governo.

Martin deixou de ser presidente do BC dos hermanos devido a um relatório feito por uma comissão legislativa sobre seu desempenho negativo. Mas, para os que não conhecem Mercedes, antes de assumir o importante cargo, era presidente do Banco Nación, a instituição mais notável da Argentina.

Cristina afirma que a nomeou devido ao bom desempenho dela na liderança do BN. Interesses há, pois o discurso de ambas é bem parecido, tanto que a presidente do Banco Nación ressalta que a tranquila política no mercado de câmbios será mantida, afinal, a Argentina não possui condições de mudanças emblemáticas no atual momento.

Artigo baseado em informações do Portal de Economia UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei

bruno Argentina, Banco Central Argentina, Notícias

Dívidas da Argentina devem ser pagas com Reservas do Banco Central

4, fevereiro, 2010

Uma parcela da dívida pública do governo de Cristina Kirchner, presidente da Argentina, deverá ser paga com aproximadamente US$ 6,5 bilhões das reservas do Banco Central, relevou a líder do país. Isso ocasionou um grande entrave entre o governo, o próprio BC, a oposição e a Justiça da nação.

A decisão será feita pelo Congresso argentino em 3 de março, ocasião na qual, segundo a Agência Estado, diversos governadores do país vizinho pretendem pressionar seus parlamentares para que votem em favor da decisão. Por outro lado, alguns desses políticos querem adiantamento monetário para projetos em regiões de seus “domínios”.

Martin Redrado, presidente do Banco Central da Argentina, rejeitou em primeira instância a idéia de utilização das reservas para tal fim. Por causa disso, a autoridade renunciou ao cargo na semana passada e, mesmo assim, afirmou que se isso ocorrer, se a medida for adotada na Argentina, o bolso de cada cidadão do país poderá ser prejudicado.

Leia a reportagem da AE aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei

bruno Argentina, Banco Central Argentina, Dividendos, Notícias

Governo Brasileiro Barra Importações de Autopeças da Argentina

12, novembro, 2009

Agora é fato: Brasil e Argentina não duelam somente dentro das quatro linhas que margeiam campos de futebol. O governo brasileiro passou a exigir licenças de importação para algumas autopeças originadas dos nossos vizinhos. Na prática, conforme veiculado pela Agência Estado, isso significa barrar a entrada do setor automotivo nas terras tupiniquins.

O segmento automotivo, que concebe 40% do comércio entre as duas nações, é algo muito delicado. Na lista elaborada pelo Brasil, há partes de aparelhos de ar condicionado, baterias e partes de dispositivos elétricos de ignição, caixas de marchas e filtros de óleo e de motores.

De acordo com mais algumas informações, o Brasil começou a aumentar a lista de mercadorias vindas da Argentina e sujeitas a barreiras. Isto provoca, pois, uma fila de veículos de carga na fronteiras entre os dois países. A relação de produtos começou a ser lançada a partir de 15 de outubro, com produtos como vinho, frutas e farinha de trigo.

É esperado, pois, que isso não aumente a rivalidade entre ambas as nações, pois, se isso acontecer, não sobrará jogadores para compor o plantel de cada equipe em seus clássicos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

bruno Argentina, Brasil, Governo, Importação

Licença para Importação de Perecíveis cria mal estar entre Brasil e Argentina

30, outubro, 2009

Não é somente no futebol que se nota a rivalidade entre Argentina e Brasil. A presidente Cristina Kirchner avaliou de forma inadmissível a decisão do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em requerer licenças consideradas não automáticas para a importação de maçãs, alho, farinha de trigo, peras etc., todos perecíveis.

O embaixador Alfredo Chiaradia, secretário daquele país em Relações Econômicas Internacionais, solicitou ao embaixador brasileiro, Mauro Vieira, a liberação das quatro centenas de caminhões repletos de produtos frescos, barrados, então, na fronteira brasileira.

Comparada à represália argentina em relação a algumas mercadorias de nossas terras tupiniquins, o governo vizinho afirmou que essa é uma medida retaliativa desproporcional, pois a iniciativa dos hermanos não inclui produtos frescos. Portanto, segundo um funcionário argentino, a falta de um aviso prévio para barrar a entrada de mercadorias perecíveis no Brasil é descomunal. Afinal, tais produtos não podem regressar à Argentina.

Por Luiz Felipe T. Erdei

bruno Argentina, Brasil, Importação

Repsol investe 1,6 bilhões na Argentina e Bolívia

17, setembro, 2009

Com um investimento que promete chegar à casa de 1,6 bilhão de dólares, a petrolífera de origem espanhola Repsol-YPF afirmou que destinará inúmeros projetos para a exportação de gás natural à Argentina providos, então, da Bolívia durante os próximos cinco anos.

O investimento, que será feito no país liderado pelo presidente Evo Morales, promete alavancar o setor naquela nação, pois, segundo Carlos Villegas, presidente da estatal boliviana YPFB, a própria Repsol-YPF reconheceu que pouco investiu na Bolívia.

O anúncio, de qualquer maneira, que tem por fim selar e fazer cumprir tal intento, será executado no início de outubro, ocasião em que os executivos da Repsol estarão na Bolívia.

bruno Argentina, Bolívia, Petróleo, Repsol