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Arquivo da Categoria ‘Crise Financeira’
 






Crise Financeira Mundial – Indústria Brasileira

1, setembro, 2010

O Brasil, segundo o alto escalão do governo, foi um dos últimos países a fazer parte da nebulosa crise financeira mundial e o primeiro a sair. Os números relacionados ao Produto Interno Bruto (PIB), otimismo da população e dos empresários, bem como cálculos ao futuro da economia, correspondem bem a algumas teorias.

A crise, por sinal, afetou bastante o Brasil, pois entre as nações integradas no BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), a indústria do país foi a segunda mais comprometida, com arrefecimento de 2,5% entre setembro de 2008 e junho de 2010, porém, menos prejudicada em relação à russa, que observou seu produto industrial encolher mais de 32% no mesmo período de análise.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), responsável pelo levantamento, China e Índia fizeram percurso diferenciado, pois obtiveram aumento nas suas produções em 14,7% e 24,3%, respectivamente. Em reportagem emitida pelo portal de Economia Terra, Marcelo de Ávila, economista da entidade, avalia que os efeitos da crise não danificaram as exportações dos asiáticos, exatamente pela taxa de câmbio declinada.

Apesar dessa constatação negativa, Brasil, China e Índia retomam a atividade industrial dentro do BRIC e em relação aos países desenvolvidos, que singularmente enxergam e sentem uma maré difícil de ser superada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin BRIC, Brasil, Crise Financeira, Crise Mundial, Indústria

Economia Mundial – Ranking das Maiores Potências do Mundo

23, agosto, 2010

O temor em relação à crise financeira mundial parece ter ficado restrito a países que antes tinham para si bom momento econômico. Devido as medidas de estímulo a diversos setores, entre eles veículos automotores, habitação e linha branca, bem como boa atuação do Banco Central, o Brasil conseguiu superar com certa astúcia o impasse global. O próprio Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre é um indicativo, pois conseguiu superar em 2,7% os dados dos três meses finais do ano passado.

A Espanha, por outro lado, enfrenta inúmeros problemas, como por exemplo, o percentual altíssimo de desemprego. Por esse e outros motivos, a nação gerida por Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu ultrapassar a economia espanhola há alguns meses, chegando na 8ª colocação do ranking global entre as maiores potências.

O jornal espanhol Expansion, especializado em economia, admite que o entrave por todo o planeta modificou acentuadamente a colocação de alguns país. De acordo com o portal de notícias G1, a emergente China conseguiu suplantar o Japão, now, e se consolidar como a segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Informações emitidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) com base em dados aparelhados pelo economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, assinalam que a transposição brasileira ante a Espanha ocorreu no ano passado, mas já em 2010 a disparidade se acentuou ainda mais.

E em 2011, como ficará? Mais alguns anos, se o crescimento sustentável do país vigorar, possivelmente o Brasil conseguirá ser uma das cinco maiores economias.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin 2010, Brasil, Crise Financeira, Crise Mundial, Economia, Ranking

Brasileiros possuem maior Intenção de Consumo em 2010

20, agosto, 2010

Para um país ser considerado emergente ou desenvolvido, uma série de fatores é levado em consideração, tais como o potencial econômico, os índices de desigualdade e outras questões que os brasileiros ultimamente ouvem da boca dos candidatos à presidência da República: infraestrutura, educação, saúde e sistema de transportes.

Os últimos meses de 2009 marcaram uma nova tendência para o Brasil, remetendo o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando este afirmou ser a crise financeira mundial somente uma "marolinha". A nação tupiniquim, uma das últimas a fazer parte desse contexto econômico e uma das primeiras a sair, conquistou tal feito por meio de inúmeras medidas adotadas pelo governo e toda sua equipe.

Benefícios fiscais, certamente parte dos brasileiros não sabe do que se trata na teoria, mas na prática sabem sim. A exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a veículos automotores, linha branca (geladeira, fogões e máquinas de lavar) e materiais de construção possibilitou o alcance de inúmeros bens, portanto, confirmando tais estímulos.

Por essas e outras características, a intenção de consumo da população do país cresceu mais uma vez, pela quarta oportunidade seguida. Segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC) em reportagem expedida pelo portal de notícias G1, o Índice medidor de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) saltou de 133,6 pontos para 134,4 pontos entre julho e agosto, representando consequentemente, acrescimento de 0,7%.

Os lares mais endinheirados, segundo a entidade, foram os principais responsáveis por essa elevação, que tiveram em seu favor a melhoria na renda per capita e uma maior satisfação para com o mercado de trabalho.

Contudo, nem tudo é positivo. A CNC revelou que a intenção de compras a prazo cedeu um pouco, de 145,9 pontos para 144,1 pontos do mês de julho para agosto – representando recuo aproximado de 1,2%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Crise Financeira – Brasil é Modelo de como enfrentá-la

16, agosto, 2010

Nesta última sexta-feira, 13 de agosto de 2010, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, colocou que o Brasil atualmente é um país que serve como modelo de como enfrentar a crise financeira, não só pelo pequeno espaço de tempo em que conseguiu superá-la, mas também se destacando pela eficácia técnica com o que o fez.

Assim, o Banco Central brasileiro serve de modelo não só para os demais bancos centrais, mas também consta no relatório do Fundo Monetário Internacional como tal. De acordo com Meirelles, é importante que o sistema financeiro do país conte com um grande volume de reservas internacionais para poder enfrentar uma crise com maior segurança.

Por Elizabeth Preático

Fontes:  Band, O Estadão, Canal Rural

Admin Brasil, Crise Financeira, Economia

Crise Financeira Mundial

8, julho, 2010

Nesta quinta-feira, 07 de julho, o presidente Luís Inácio Lula da Silva disse que os problemas financeiros pelos quais passam os países considerados ricos, servem de exemplo para que os países do hemisfério sul, onde enquadra-se o Brasil, não repitam o mesmo que fizeram no século vinte, onde acreditava-se que os países desenvolvidos é quem iriam resolver os problemas dos mais pobres.

Agora, para Lula, ficou claro que são eles mesmos que precisam resolver seus próprios problemas. O presidente também ressaltou a posição do FMI e do Banco Mundial diante da crise, especialmente a européia, em que se mantêm calados e sem ação, coisa que não acontecia quando a crise era com os menos desenvolvidos, onde eles sempre interviam e ditavam soluções.

Lula ainda destacou que a crise financeira poderia ter sido deixada de lado se os países envolvidos colocassem em prática o que foi discutido no G20.

Por Elizabeth Preático

Fonte: O Globo

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Recuperação Econômica será puxada por países Asiáticos e Latinoamericanos, diz FMI

1, julho, 2010

A crise financeira mundial ocorrida, com grande ênfase, entre 2008 e 2009, ainda deixa marcas profundas em vários países, principalmente nos desenvolvidos, que têm encontrado dificuldades para se reajustarem à nova realidade, na qual os emergentes, em especial China, Índia e Brasil, passaram a liderar o novo momento da economia.

Após meses de decretado o fim do colapso a essas nações, a recuperação da economia global deverá continuar, segundo avaliação de Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Embora sua visão traga fôlego diferenciado, a autoridade relaciona, porém, crescimento desigual entre as nações.

Para o órgão, em reportagem veiculada pelo Portal de Economia UOL, os países asiáticos e latinoamericanos se encarregarão de puxar o desenvolvimento, com os Estados Unidos logo em seguida e, por último, até por questões óbvias, a Europa.

Aliás, a zona do euro ainda enfrenta certos percalços na atualidade, principalmente se mencionada a Grécia, estopim da atual crise econômica da região. Mesmo assim, Strauss-Kahn não acredita em uma dupla crise, embora possibilidades não sejam descartadas

Segundo o FMI, haverá aumento de 4,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do globo terrestre ainda em 2010, com provável acréscimo no ano que vem em, aproximadamente, um décimo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Crise Financeira, Crise Mundial, Recuperação Econômica, Recuperação Financeira

Grã-Bretanha e Japão são os países mais endividados

28, junho, 2010

Até bem pouco tempo atrás, quando se falava em crise econômica, dívida pública e problemas econômicos em geral, era certo que se tratava de países do terceiro mundo. Esta realidade hoje está no passado. A crise dos últimos anos atingiu muito mais fortemente os países europeus, Japão e EUA.

Segundo pesquisa do McKinsey Global Institute publicada na revista The Economist, os países com as maiores dívidas em % do PIB são a Grã-Bretanha (466%) e Japão (471%). O Brasil, por sua vez, tem uma dívida equivalente a 142% do PIB.

Num ranking elaborado pela revista, analisando a sustentabilidade da dívida dos países, quem aparece na pior situação é a Espanha, seguida da Grã-Bretanha, Japão, Portugal e Irlanda.

Por Guilherme Carnevalli

Admin Crise Financeira, Dívidas, Economia, Grã-Bretanha, Japão, PIB

Banco Mundial alerta sobre Perigos da Crise Européia na América Latina

11, junho, 2010

Políticos de grande peso da atual economia brasileira, entre eles Guido Mantega, ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, e o próprio Luiz Inácio Lula da Silva, líder do Brasil, acreditam que os reflexos da crise europeia não serão sentidos amplamente por aqui, talvez nas exportações, uma vez que a Europa é grande consumidora de vários produtos do país.

Na contramão do discurso parafraseado entre um e outro, o Banco Mundial (BM) advertiu que o entrave europeu surtirá efeito impactante na América Latina – e consequentemente no Brasil, claro! – caso algum dos países com maior endividamento (Espanha, Grécia, Irlanda, Itália e Portugal) alegue descumprimento de pagamentos.

Conforme atestado durante reportagem do portal mercado UOL, a recuperação econômica global continua em andamento, mas o problema europeu impôs novas barreiras a um crescimento sustentável. Como exemplificação, o estudo levantado pelo Banco Mundial lembra que algumas instituições financeiras vigentes no Chile, México e Peru provém da Espanha.

Além desse fato, inquietante aos empresários e políticos brasileiros, mais de 10% dos investimentos diretos no país, durante o ano passado, tiveram origem em Espanha e Portugal.

Fonte UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei

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País está preparado para enfrentar crise europeia, afirma Meirelles

11, junho, 2010

Após alguns meses dos maiores entraves gerados pela crise financeira mundial, o Brasil apresenta ao mundo e à população local bons números em vários setores, principalmente o próprio Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre de 2010, com elevação de 2,7% em relação aos três meses finais do ano passado e 9% em comparação anual. Além desse ponto mensurado, há perspectivas de crescimento da economia em torno de 5,5% a 6% na atualidade.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central (BC), admitiu em 10 de junho, quinta-feira, que o país trabalhou muito e já está preparado para as negativas consequências da crise europeia, embora aguarde melhor ambiente ao mundo.

Uma das personalidades em maior evidência nos dias atuais, Meirelles afirma que o Brasil é peça importante no sistema financeiro mundial, pois conseguiu bons resultados nos últimos meses, segundo ele, a partir de lições das crise anteriores. Como citação referencial, então espelhada pelo portal de economia do Estadão, o presidente do BC relacionou as medidas anticíclicas ostentadas pelo Brasil, como é o caso da exoneração do Produto Interno Bruto (PIB) a vários setores.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Brasil, Crise Europa, Crise Financeira, Henrique Meirelles

Recuperação dos EUA ainda levará tempo, avalia assessor econômico de Obama

11, junho, 2010

A crise financeira mundial foi reflexo de atitudes inconsequentes iniciadas nos Estados Unidos, quando o banco Lehman Brothers decretou concordata. Os reflexos, distribuídos durante mais de um ano, tornaram o mundo um local instável na esfera econômica, tanto que os próprios norte-americanos ainda sofrem duras perdas.

Paul Volcker, assessor econômico de Barack Obama, presidente dos EUA, afirmou durante esta semana que a recuperação da economia estadunidense demorará um tempo para ser concretizada, obrigando àquele país a trabalhar durante bons meses para enxergar resultados positivos.

Segundo ele, conforme retratado pelo portal mercado do UOL, a recessão não foi algo muito comum, tanto que há quase um ano o país tenta se recuperar. Os índices econômicos, por exemplo, é um dos fatores que levam os Estados Unidos a tentar, quase diariamente, retomar suas atividades e garantir melhor valorização do dólar no mercado global.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Crescimento, Crise Financeira, Estados Unidos