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Arquivo da Categoria ‘Crise Mundial’
 




Recuperação Crise Financeira – Participação do Estado Ajudou Economia

23, fevereiro, 2010

Karl Max acreditava que, algum dia, o capitalismo sucumbiria ao seu próprio poder; não teria condições de, por exemplo, estender-se durante muito tempo, pois em alguma ocasião haveria uma crise sem precedentes.

Em 1929 isso quase foi uma realidade, se não fosse a participação do Estado para “salvar” o sistema financeiro.

Provavelmente, com base na mesma análise, Samuel Guimarães, ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégico, afirmou que as nações que tiveram mais instrumentos participativos do Estado conseguiram maior sucesso em relação à crise financeira de 2008/2009.

Segundo o Portal de Economia do Estadão, Guimarães crê que as iniciativas comandadas pelas lideranças políticas de diversos países, dentre eles o Brasil, foram o suporte necessário para que cada qual, à sua maneira, saísse da recessão.

Além dessa análise, Guimarães afirmou que um dos principais desafios globais, se não o mais importante, é obter crescimento e atender às normas ambientais. Felizmente, a nação brasileira tem conseguido êxito neste sentido. Se tudo se mantiver, realmente, o Brasil será a quinta potencial mundial daqui a poucos anos.

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Por Luiz Felipe T. Erdei

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Economia do Brasil não teme Insegurança Pós Crise Financeira da Europa

11, fevereiro, 2010

Alguns países europeus enfrentam um momento inseguro em relação a recente crise financeira. Entre semana passada e esta, bolsas de valores tiveram quedas significativas, o que aumenta, de acordo com o Portal de Economia do Estadão, as incertezas de os investidores aplicarem suas ações em ativos menos garantidos – como a própria bolsa de valores.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, disse que embora as incertezas europeias possam afetar o restante do mundo, um efeito negativo não ocorrerá sobre a economia brasileira, pois o país atravessa um momento sólido, baseado, sobretudo, na dilatação do mercado interno.

Em relação à crise do outro continente, Meirelles avalia que isso já era esperado devido ao excesso de euforia, que em inúmeras ocasiões pode ocasionar excesso (também) de correção. Para ele, entrevistado pelo Estadão, a Europa deverá alcançar um crescimento pouco abaixo de 1% e os Estados Unidos, por sua vez, um pouco melhor que isso.

Leia a matéria-fonte na íntegra aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Queda Desemprego Estados Unidos

8, fevereiro, 2010

A queda na taxa de desemprego para 9,7%, em janeiro, nos Estados Unidos, indica uma substancial recuperação da nação norte-americana ante o estado de precaução e preocupação notado no final do ano passado. Cristina Romer, que faz parte do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, relata que esses sinais são animadores, mas que ainda existem obstáculos a serem transpassados.

Para Cristina, segundo a agência Yahoo! de notícias, os números mensais veiculados por diversos órgãos e parafraseados pela imprensa são instáveis e estão sempre sujeitos a novas revisões. Portanto, ressalta a fonte, é preciso cautela no sentido de manter as recuperações dessa questão.

Em contrapartida, um relatório divulgado pelo Departamento de Trabalho estadunidense indica que em janeiro deste ano, uma perda líquida de 20 mil postos de trabalho foi contabilizada, que se somam, pois, às 600 mil vagas deterioradas ao longo de 2009.

Para Cristina, faz-se necessário, sobretudo, um pacote de fomento ao mercado de trabalho norte-americano pleiteado, recentemente, por Barack Obama, líder do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Shell pode Demitir 1.000 Trabalhadores em 2010

5, fevereiro, 2010

Conforme veiculado neste espaço desde o começo da semana, a Cosan e a Shell estabeleceram uma parceria voltada ao mercado de biocombustíveis e a inicial pretensão de se tornarem liderança global no segmento de energia limpa. Mesmo assim, a petrolífera acredita que os rumos para 2010 são incertos – como foram no ano passado.

Em 2009, por exemplo, a Shell cortou aproximadamente 5 mil empregados dentro de suas dependências, o que lhe permitiu reduzir custos operacionais em quase US$ 2 bilhões. Para este ano, o número previsto é de mil trabalhadores dispensados e uma redução de, pelo menos, US$ 1 bilhão em despesas.

Em matéria veiculada pelo Portal G1, problemas decorrentes da crise financeira mundial para a Shell fizeram com que ela tomasse medidas drásticas. Um dos entraves encontrados foi a alta nos preços do petróleo, mas que foram levemente equacionados devido aos preços do gás e as margens de refino, que tiveram baque saliente.

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Por Luiz Felipe T. Erdei

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Crise Financeira não afeta Medicina – Setor teve Crescimento em 2009

2, fevereiro, 2010

Embora a crise financeira mundial tenha feito diversas vítimas, um dos setores de suma importância não correu riscos. Produtos, equipamentos e suprimentos para a área de medicina, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Importadores de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares (Abimed), finalizaram 2009 positivamente.

O Estudo, que levantou informações até outubro do ano passado, revelou que o segmento continha mais de 10 mil empresas e gerava aproximadamente 100 mil empregos diretos e outros 200 mil indiretos. Os dados se aproximam dos revelados pelo Ministério do Trabalho, que divulgou um crescimento de 6% no setor, em empregos diretos, ante 2008

Além desses pontos positivos, as vendas em todo o segmento, tais como artigos médicos, ortopédicos, farmacêuticos e de perfumaria ascenderam quase 12%, conforme levantamento executado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Um montante de US$ 2 bilhões nos dez primeiros meses do ano passado foi movimentado por importadoras de produtos e equipamentos médico-hospitalares no território brasileiro, o que comprova o potencial do setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Crise Financeira Mundial só não Piorou devido a Banco Central

1, fevereiro, 2010

Desde 1929, quando o mundo conheceu uma de suas principais crises de âmbito global, o capitalismo provou ser um sistema eficaz devido às inúmeras possibilidades de se auto-sustentar – o Estado foi um dos principais precursores naquela época para que o planeta não conhecesse a total falência.

Teorias a parte, Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, refletiu que a crise financeira mundial recente esteve muito perto de se transformar em uma depressão. Para ele, conforme reportagem veiculada pela Yahoo! Notícias, com base na agência EFE, a ajuda pública e a atuação dos bancos centrais permitiram que nada pior do que se configurava em 2008/2009 acontecesse.

Trichet afirma, também, que se as nações almejam melhorar os índices de desemprego, dentre elas os Estados Unidos, será necessário ter confiança, algo que, segundo ele, os BC’s ainda tentam recobrar.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Recuperação Econômica deve ser Maior em Países Emergentes

21, janeiro, 2010

A pauta “recuperação econômica global” é a mais difundida no atual momento, pois quaisquer medidas e quaisquer especulações podem alterar as concepções do mercado financeiro. Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), pondera que o ritmo de reconstrução deverá superar a estimativa de 3%, no âmbito mundial.

Embora essa suposição seja positiva, Kahn confessa que a recuperação por todos os continentes não acontece igualmente; cada país tem seu passo. De acordo com a Reuters, que parafraseou o discurso de Dominique, em matéria, a perspectiva analisada para as economias consideradas emergentes é notavelmente melhor que as demais.

Muito confiante na região asiática, o diretor acredita que a recuperação extrapolará o percentual de 7%, com exceção do Japão, que atualmente enfrenta dificuldades para voltar aos trilhos.

Segundo a autoridade, na medida em que os países emergentes se recuperarem, retirarão, gradualmente, as iniciativas de auxílio adotadas nos últimos meses. Em contrapartida, recentemente alertou que se essas retiradas ocorrerem abruptamente, a economia voltará a correr riscos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Economia Japonesa irá desacelerar em 2010

18, janeiro, 2010

A Segunda Guerra Mundial foi um dos capítulos mais sangrentos já ocorridos no planeta Terra. Diversos países sofreram prejuízos inestimáveis, dentre eles o asiático Japão, que teve sob seus ares o lançamento de duas bombas atômicas.

A crise financeira mundial, ocorrida no final de 2008 e no decorrer de 2009, também foi uma das mais violentas, na qual o país asiático ainda não conseguiu, efetivamente, superar. Kazuo Monma, economista-chefe do Banco Central da nação, acredita que a recuperação econômica japonesa desacelerará nos primeiros três meses de 2010, mas que não existe, mesmo assim, risco de uma grande recessão.

Para a autoridade, conforme veiculou a Reuters, as fortes exportações, em algum momento, passarão a ajudar os demais setores da economia.

Monma aproveitou para reforçar, então, que a deflação perderá sua força em virtude desse segmento, pois a demanda doméstica permanece fraca e existe, para “colaborar”, uma queda nos salários dos trabalhadores.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Henrique Meirelles elogia Medidas Tomadas pelo Banco Central para Conter Crise

16, novembro, 2009

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, enfatizou, novamente, a agilidade da autoridade monetária brasileira no diagnóstico e na tomada de decisões em favor do combate aos efeitos da crise sobre a liquidez do sistema de finanças doméstico. De acordo com ele, quando foi apregoada a quebra do Lehman Brothers, nos Estados Unidos, o Banco Central divulgou, diretamente de Nova York, que daria início ao empréstimo de suas reservas.

Além disso, segundo ele, enquanto os bancos internacionais apenas começaram a encurtar créditos, o Brasil tinha a seu dispor recursos de reservas e de compulsórios, o sistema financeiro brasileiro possuía capital, e o setor público, uma situação financeira suficientemente adequada.

Para ele, a ação correta do Banco Central obteve um efeito multiplicador no mercado, que possibilitou um reequilíbrio das condições econômicas. Por isso, a oferta de crédito doméstica teve a sua retomada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Obama quer liderar fórum sobre desemprego e crescimento econômico

13, novembro, 2009

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, realmente passou a se preocupar com a complicada situação empregatícia daquele país. Para tanto, afirmou que será um anfitrião de um fórum que visa debater a criação de emprego e o promissor crescimento econômico.

O líder norte-americano declarou que os dados em torno de pedidos de auxílio-desemprego divulgados em 12 de novembro denotam um sinal animador, mas que ainda é necessário considerar alguns e primordiais passos para a recolocação dos desempregados e suas voltas aos postos de trabalho.

Além disso, Obama assegurou que o governo possui seus limites do que pode e não pode fazer, mas que medidas estimulantes ao mercado de trabalho são primordiais neste momento. Afinal, há cerca de uma semana, dados ilustraram que a taxa de desemprego naquele país subiu para 10,2% no mês de outubro, o percentual mais alto já anotado em 26 anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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