Conforme veiculado neste espaço desde o começo da semana, a Cosan e a Shell estabeleceram uma parceria voltada ao mercado de biocombustíveis e a inicial pretensão de se tornarem liderança global no segmento de energia limpa. Mesmo assim, a petrolífera acredita que os rumos para 2010 são incertos – como foram no ano passado.
Em 2009, por exemplo, a Shell cortou aproximadamente 5 mil empregados dentro de suas dependências, o que lhe permitiu reduzir custos operacionais em quase US$ 2 bilhões. Para este ano, o número previsto é de mil trabalhadores dispensados e uma redução de, pelo menos, US$ 1 bilhão em despesas.
Em matéria veiculada pelo Portal G1, problemas decorrentes da crise financeira mundial para a Shell fizeram com que ela tomasse medidas drásticas. Um dos entraves encontrados foi a alta nos preços do petróleo, mas que foram levemente equacionados devido aos preços do gás e as margens de refino, que tiveram baque saliente.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crise Mundial, Empresas, Shell
Diferentemente de empresas como Ericsson e Sony – para efeito exemplificativo –, a Samsung Electronics divulgou que encerrou suas atividades do ano passado com um lucro líquido 75% maior que 2008. As vendas, no mesmo período citado, atingiram pouco mais de US$ 114 bilhões.
Por conta desse resultado extraordinário, o Portal de Economia UOL, em paráfrase à agência de notícias EFE, revelou que as informações apregoadas pela Samsung foram maiores, em vendas, que a norte-americana Hewlett-Packard (HP) e a empresa de origem alemã Siemens.
A receita total da Siemens em suas vendas pelo globo inteiro foi de quase US$ 117,5 bilhões, enquanto a HP somou exatamente US$ 114,6 bilhões. Ainda de acordo com o UOL, a companhia pretende manter os bons resultados obtidos no transcorrer de 2009 para este ano.
Para tanto, a Siemens almeja aumentar as vendas de telefones em 10% – atualmente, quatro em cada dez telefones vendidos no globo pertencem à Samsung.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Empresas, Lucratividade, Lucro Líquido, Samsung
O Indicador Serasa revelou que a inadimplência das empresas em 2009 foi a mais acentuada desde a assinalada em 2001. A intensa volatilidade dos mercados em virtude da crise financeira mundial levou as companhias brasileiras a atravessarem um período de grandes perdas. Consequentemente a isso, segundo a Agência Estado, o descumprimento das pessoas jurídicas com seus pagamentos teve uma elevação de quase 19% no ano passado em comparação a 2008.
O real forte, a perda na taxa de crescimento econômico e o pouco desenvolvimento das economias mundiais fizeram com que as empresas de exportação presenciassem os efeitos da crise mais veementemente.
Por conta do descrito acima e de mais outros fatores, as companhias tiveram de adotar medidas para não falirem, dentre elas a diminuição na folha de pagamento e o inevitável adiamento de possíveis investimentos. No entanto, o atual momento econômico atrelado aos investimentos futuros, no Brasil, prometem melhorar a condição das empresas.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Empresas, Inadimplência
A pauta “ajuda ao meio ambiente” é uma das mais utilizadas por empresas e instituições, pois se a população tem conhecimento que determinada companhia possui concepções positivas neste sentido, o número de consumidores pode subir – mas também existem outros motivos, claro, tais como a própria índole de seus diretores, presidentes etc. Recentemente, a AmBev revelou que investirá R$ 20,3 milhões, neste ano para projetos ambientais.
Isto acontecerá por meio de uma parceria entre a cervejaria e a Water Footprint Network, rede formada por empresas, Organizações Não-Governamentais e membros das Nações Unidas. A partir dessa idéia, a companhia passará a monitorar o quanto gasta na água em toda sua cadeia produtiva.
Outro detalhe chama atenção, revela a própria AmBev. A empresa tem conseguido diminuir anualmente o impacto de sua atuação no meio ambiente. O grande responsável por essa conquista é o Sistema de Gestão Ambiental, ou SGA, vigente na companhia há quase duas décadas. Com base nesse preceito, há redução na captação de água e consumo de energia, bem como um aumento no número de reciclagem dos resíduos e o próprio arrefecimento de poluentes na atmosfera.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno AmBev, Empresas
Devido à crise financeira econômica global, a busca das empresas por crédito recuou 4,4% em 2009, conforme atestou o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito. Somente no primeiro semestre de 2009, a baixa constatada foi de 6,7% em relação aos seis primeiros meses de 2008.
Embora o Brasil tenha conquistado bons resultados em sua saída ante a crise, os seis últimos meses do ano passado apontaram um baque de 2,1% também em comparação ao mesmo período de 2008. Segundo a Agência Estado, o segmento que apresentou maior declínio foi o industrial, com -5,4% em detrimento a 2008.
Os setores menos expostas à crise foram o comércio e serviços, onde assinalaram reduções menos impactantes nas buscas por créditos, em 4,6% e 4,2%, respectivamente, também em 2009 em comparação a 2008.
Um dos únicos pontos positivos ilustradas no Indicador Serasa, foi a procura de crédito pleiteadas pelas grandes empresas, com alta de 5,2%.
Fonte: Agência Estado.
Por Luiz Felipe
Admin Crédito, Empresas
A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) revelou um dado nada animador ao setor da construção. De acordo com a entidade, os materiais do segmento apresentaram uma queda em suas vendas de 12,59% em outubro em detrimento ao mesmo período analisado do ano passado.
No entanto, em relação a setembro deste ano, outubro teve um crescimento de 2,44%. A Abramat confessa que o mês passado é o sexto seguido de desenvolvimento em relação ao mesmo mês imediatamente antecedente.
Nos últimos doze meses, a indústria de materiais de construção aglomera um recuo de 13,1% nas vendas domésticas, com contração de 14,81% entre janeiro e outubro de 2009. A entidade mantém sua projeção de retrocesso de 5% nas vendas dentro do país neste ano em relação a 2008. A Abramat aponta que o nível de emprego do setor de materiais de construção caiu 3,99% em outubro ante o mesmo mês do ano passado.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Economia, Empresas, Notícias
A Serasa Experian, entidade especializada em análise de crédito, afirmou, por meio de dados, que apesar dos esforços do governo para diminuir os efeitos da crise no Brasil, o faturamento das empresas nacionais apresentou uma queda de 6,3% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, já com desconto inflacionário.
Segundo os técnicos da Serasa, os indicadores ilustram que o comércio foi o único setor a apresentar um real desenvolvimento no faturamento, com 2,7%. Os bens de consumo não duráveis, em particular os alimentos, puxaram esse desempenho, pois são mais independentes do crédito.
O segmento de serviços descreveu um retrocesso de 4,1% em seu faturamento também no primeiro semestre deste ano, e o setor de energia elétrica denotou uma contração de 7,6%. Ainda de acordo com a Serasa, devido ao agravamento da crise em nosso território, o arrefecimento da produção industrial acarretou na queda do consumo de energia elétrica, o que prejudicou o comportamento das prestadoras de serviços.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Empresas, Faturamento, Lucratividade
O apagão ocorrido entre a noite de terça-feira e madrugada de quarta-feira gerou prejuízos a grandes empresas. Siderúrgicas, Metalúrgicas, companhias da cadeia petroquímica, bem como fabricantes de vidro e cerâmica figuram entre as principais afetadas em virtude da queda de energia, que teve duração aproximada de seis horas – dependendo da localidade.
A Suzano Papel e Celulose foi uma das afetadas. Para Antonio Maciel Neto, presidente da empresa, o complexo da companhia situado no município de Suzano, em São Paulo, teve sua energia retomada somente às 15h do dia 12 de novembro. Ele afirma que as perdas ainda não foram calculadas.
Estatísticas demonstram que as perdas produtivas nos períodos em que as empresas ficam sem fornecimento de energia elétrica podem ser superiores ao que se deixou de produzir. Para exemplificação, a Wirex Cable, fabricante de condutores elétricos, estimou um prejuízo entre R$ 150 mil e R$ 200 mil, cerca de 1% do faturamento mensal da empresa.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Empresas, Energia Elétrica
Com o desígnio de fiscalizar quase 150 grandes empresas, a Receita Federal deu início a “Operação Ouro de Tolo”. Otacílio Cartaxo, secretário do órgão, afirmou que a intervenção tem por fim constatar alguns pontos em relação à queda de arrecadação percebida nos últimos meses.
Com base em um levantamento proferido pela própria Receita, Cartaxo articulou que a seleção se baseia nas companhias que apresentaram maiores baques no recolhimento de Cofins e PIS, além da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).
Segundo o secretário, a operação tem suporte legal, ou seja, não há receios ante a Justiça brasileira. Para ele, os mandados de procedimentos fiscais – que fazem parte da primeira etapa da inspeção – já foram despachados desde o último dia 26 de outubro. Algumas das companhias envolvidas são as de combustíveis, bebidas, cigarros e financeiras.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Arrecadação, Empresas, Receita Federal
Informações divulgadas pelo Banco Central indicam que a inadimplência média das empresas no crédito livre ascendeu pelo 10º mês seguido, em setembro, e atingiu o patamar de 4% das operações.
Em agosto deste ano, os atrasos superiores a 90 dias era de 3,9%, mais que o dobro do mesmo período de 2008, quando o número cerceava 1,7%. Esses dados apontam que a inadimplência percebida em pessoas jurídicas se mantém no pior índice desde maio de 2001, quando alcançou 4,2%.
No sentido contrário, os empréstimos voltados a pessoas físicas proporcionaram uma queda significativa de 8,4% para 8,2% entre os meses de agosto e setembro, mesmo patamar de janeiro de 2009. De acordo com o BC, esse foi o 3º baque consecutivo de inadimplência notada entre as famílias.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crédito, Empresas, Empréstimo, Inadimplência