Estopim da crise financeira mundial no biênio 2008-2009, os Estados Unidos ainda enfrentam severas consequências por causa do colapso global. Economia instável, índices de desemprego altos se considerado como país desenvolvido, além de entraves comerciais com, por exemplo, o Brasil, são as novas realidades para os norte-americanos.
Barack Obama, presidente dos EUA, afirmou na última sexta-feira, 2 de julho, que a economia do país está figurada numa boa direção, porém, ainda sem crescimento rápido. Segundo o portal de notícias G1, nem para ele o desenvolvimento está veloz o suficiente.
Embora exista a criação de 600 mil empregos formais neste ano segundo Obama, o mês de junho foi um dos piores para o país, com 125 mil postos de trabalho eliminados, atingindo, pois, a primeira grande perda para a nação estadunidense depois de cinco meses consecutivos.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Barack Obama, Economia, Estados Unidos
A crise financeira mundial foi reflexo de atitudes inconsequentes iniciadas nos Estados Unidos, quando o banco Lehman Brothers decretou concordata. Os reflexos, distribuídos durante mais de um ano, tornaram o mundo um local instável na esfera econômica, tanto que os próprios norte-americanos ainda sofrem duras perdas.
Paul Volcker, assessor econômico de Barack Obama, presidente dos EUA, afirmou durante esta semana que a recuperação da economia estadunidense demorará um tempo para ser concretizada, obrigando àquele país a trabalhar durante bons meses para enxergar resultados positivos.
Segundo ele, conforme retratado pelo portal mercado do UOL, a recessão não foi algo muito comum, tanto que há quase um ano o país tenta se recuperar. Os índices econômicos, por exemplo, é um dos fatores que levam os Estados Unidos a tentar, quase diariamente, retomar suas atividades e garantir melhor valorização do dólar no mercado global.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Crescimento, Crise Financeira, Estados Unidos
Apoiado pela Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil impôs retaliações contra diversos produtos de origem norte-americana há algumas semanas. Quando o fez, o governo brasileiro aguardava que os Estados Unidos adotassem medidas para “impedir” o intento, o que foi feito somente agora.
Segundo o portal de notícias G1, as represálias por parte do Brasil entrariam em atividade em 6 de abril, quarta-feira, mas foi estendida até 22 de abril, visto que os EUA começaram a negociar algumas ofertas, tais como a instituição de um fundo no montante aproximado de US$ 260 milhões para o financiamento de projetos atrelados à produção tupiniquim de algodão.
A Câmara de Comércio Exterior, então vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior sugere que alguns pareceres iniciais estão em tramitação e que se o Brasil os aceitar até dia 21 de abril, poderá estender, novamente, o prazo para a vigência das medidas de retaliação.
Num futuro próximo, caso o país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva concorde com as propostas, as restrições aos Estados Unidos poderão ser modificadas desde que, principalmente, mudanças na legislação para extirpar os subsídios ao algodão aconteçam.
Leia a reportagem base deste artigo, na íntegra aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Brasil, Estados Unidos, Importação
Uma opinião levantada por Jim O’Neill, economista-chefe do Goldman Sachs, promete balançar a principal economia do mundo: Estados Unidos. Segundo ele, a China superou os States como principal mercado mundial, desde 2007, quando as vendas varejistas do asiático passaram a crescer mais em virtude da queda de consumo dos norte-americanos.
Embora seu discurso seja baseado em algumas pesquisas confiáveis, o próprio O’Neill admite que sua apreciação é controversa. Para ele, de acordo com o Portal de Economia do Estadão, a forma de observar esse desenvolvimento asiático está sujeita em como os cálculos de moeda em detrimento ao poder aquisitivo de ambos os países é analisado.
Em relação ao Brasil, o economista revelou que existe um diferencial sumariamente notável e a favor ao país latino-americano, que é o crescimento atrelado à sustentabilidade – o que não acontece com tanta intensidade nos norte-americanos e nos chineses.
Observe mais análises de O’Neill aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno China, Estados Unidos
A queda na taxa de desemprego para 9,7%, em janeiro, nos Estados Unidos, indica uma substancial recuperação da nação norte-americana ante o estado de precaução e preocupação notado no final do ano passado. Cristina Romer, que faz parte do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, relata que esses sinais são animadores, mas que ainda existem obstáculos a serem transpassados.
Para Cristina, segundo a agência Yahoo! de notícias, os números mensais veiculados por diversos órgãos e parafraseados pela imprensa são instáveis e estão sempre sujeitos a novas revisões. Portanto, ressalta a fonte, é preciso cautela no sentido de manter as recuperações dessa questão.
Em contrapartida, um relatório divulgado pelo Departamento de Trabalho estadunidense indica que em janeiro deste ano, uma perda líquida de 20 mil postos de trabalho foi contabilizada, que se somam, pois, às 600 mil vagas deterioradas ao longo de 2009.
Para Cristina, faz-se necessário, sobretudo, um pacote de fomento ao mercado de trabalho norte-americano pleiteado, recentemente, por Barack Obama, líder do país.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crise Mundial, Desemprego, Empregos, Estados Unidos
Com a finalidade de obter efeitos positivos na economia do país, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, apresentou um pacote de medidas focadas às famílias de classe média. Dentro deste “embrulho” há a expansão do crédito tributário para assistência infantil e iniciativas de apoio a aposentadoria.
Segundo a Agência Reuters, Obama mudou seu discurso com esse intento, pois havia prometido ser mais rígido em relação a Wall Street para batalhar pelo futuro da classe média do país. Afinal, o apoio dessa massa popular tem-se tornado cada vez menos constante.
Algumas das propostas apresentadas, segundo a Reuters, são, por exemplo, o aumento do crédito tributário para poupança previdenciária, que abrangem famílias que ganham até US$ 85 mil, e o direcionamento de valores monetários em contas de depósito direto para a aposentadoria a funcionários de empresas que não oferecem planos de previdência.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Barack Obama, Estados Unidos
Com o passar dos dias percebe-se que o Brasil adota medidas mais ousadas e planejamentos mais maduros. Desta vez, a nação recorreu à Organização Mundial do Comércio (OMC) em virtude de uma possível retaliação aos Estados Unidos. O órgão, ao que parece, pode estender a bandeira branca, já no próximo dia 19, para que o país, de fato, siga em frente com sua idéia.
Por enquanto, o país do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não conta com dados essenciais para concluir suas estimativas de quanto poderá empregar em sanções. Estas, que serão distribuídas em uma lista de aproximados 100 itens, inclui produtos têxteis, algodão e eletroeletrônicos, farmacêuticos e cosméticos.
A lista, que pode chegar a um valor comercial prezado em US$ 2 bilhões, tem por finalidade agregar interesses norte-americanos, bem como evitar surgimento de problemas ao próprio Brasil. Segundo alguns envolvidos, essa retaliação cerceará setores em que o país possui outros fornecedores.
Além disso, o objetivo é dissuadir o apoio de alguns segmentos da economia estadunidense a Barack Obama, presidente daquele país. Para muito além desse nível, poderia levar a Casa Branca a modificar seus subsídios ao algodão.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Brasil, Estados Unidos, OMC
As últimas notícias divulgadas pela imprensa de todo o mundo denotam que os Estados Unidos, a maior potência econômica – por enquanto –, passaram a apresentar altos índices de desemprego, os maiores já constatados em 26 anos. Para tanto, Barack Obama, daquele país, sancionou uma lei que prolonga benefícios federais aos desempregados em até 20 semanas.
Dados – no papel – apontam que a taxa de desemprego saltou de 9,8%, em setembro, para 10,2%, em outubro. Em outras palavras, a economia perdeu, aproximadamente 190 mil vagas. Especialistas afirmam que a nação norte-americana ainda tem um tortuoso caminho a percorrer até chegar “seu” ao momento ideal.
A lei sancionada para os desempregados de todos os estados americanos indica que cada um receberá uma assistência federal suplementar de 14 semanas. Aos desempregados nos estados com taxa de desemprego em 8,5%, em média, em três meses receberão um benefício acessório de seis semanas. No entanto, essa medida afetará, estritamente, às pessoas que já tiveram seus benefícios consumidos ou que serão esgotados até o final de 2009.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Desemprego, Estados Unidos
Em uma reunião com o Painel de Conselheiros da Presidência para a Recuperação Econômica, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, garantiu que a nação norte-americana ainda está distante de seu ideal no campo econômico. O líder daquele país taxou de perturbadora a fraqueza constatada no mercado de trabalho.
De acordo com dados divulgados há poucos dias, a economia estadunidense apresentou crescimento a uma taxa atualizada de 3,5% entre os meses de julho e setembro deste ano, após um ano de contração. Mesmo assim, a taxa de desemprego é a maior registrada em 25 anos, com 9,8%.
Obama, no entanto, asseverou que há pautas muito boas para auxiliar o crescimento econômico dos EUA. Dentre as medidas, citou cortes de créditos fiscais e impostos, mas nada concreto. De qualquer maneira, resfolegou que mudanças desse porte não acontecem de uma hora para a outra. Sua preocupação principal é, conforme seu próprio discurso, garantir trabalho e seu conseqüente sustento às famílias.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crescimento Econômico, Crise Mundial, Estados Unidos
Pela primeira vez em mais de um ano, a economia norte-americana apresentou crescimento no terceiro trimestre de 2009. Esse desenvolvimento deve-se à retomada nos gastos de consumo, porém, pode proporcionar uma recuperação lenta devido ao fraco mercado de trabalho daquele país.
De acordo com o Departamento do Comércio dos Estados Unidos, o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense subiu acima do que se esperava e chegou a uma taxa anual convencionada de 3,5% entre os meses de julho e setembro deste ano. Os economistas previam um crescimento de 3,2% para o mesmo período.
Para os especialistas da área, estes índices indicam que a mais extensa e marcante recessão desde a vista na denominada “Grande Depressão” cessou. Porém, isto é apenas um desenho não oficial do momento norte-americano. Para os Estados Unidos, isto será confirmado, de fato, quando o Escritório Nacional de Pesquisa Econômica (NBER) indicar sua posição.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crise Mundial, Estados Unidos, PIB