Para Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, a boa situação brasileira de estabilidade em sua economia abre campo para investimentos preteridos em longo prazo. Segundo ele, o atual momento é o mais correto para que investidores ponderem sobre desafios futuros, ao invés de cogitarem problemas em curtos prazos.
Meirelles voltou a afirmar, durante o 5º Congresso Paulista de Jovens Empreendedores, que os investidores possuem, em nossas terras, certa segurança para efetuar planejamentos. Em meio à crise financeira, para ele, o Brasil foi perspicaz em suas medidas, tais como o avanço do crédito, que somou, em setembro deste ano, 45,7% do Produto Interno Bruto (PIB).
O presidente do BC revigorou seu discurso e utilizou o desempenho da massa salarial como referência, esta, que apresentou ascensão de 2,5% em setembro de 2009 em relação ao mesmo mês do ano passado. Para ele, quando se entende a mudança de crescimento no país, é que se é possível evitar problemas futuros.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, enfatizou, novamente, a agilidade da autoridade monetária brasileira no diagnóstico e na tomada de decisões em favor do combate aos efeitos da crise sobre a liquidez do sistema de finanças doméstico. De acordo com ele, quando foi apregoada a quebra do Lehman Brothers, nos Estados Unidos, o Banco Central divulgou, diretamente de Nova York, que daria início ao empréstimo de suas reservas.
Além disso, segundo ele, enquanto os bancos internacionais apenas começaram a encurtar créditos, o Brasil tinha a seu dispor recursos de reservas e de compulsórios, o sistema financeiro brasileiro possuía capital, e o setor público, uma situação financeira suficientemente adequada.
Para ele, a ação correta do Banco Central obteve um efeito multiplicador no mercado, que possibilitou um reequilíbrio das condições econômicas. Por isso, a oferta de crédito doméstica teve a sua retomada.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Banco Central do Brasil, Crise Financeira, Crise Mundial, Henrique Meirelles
Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, deixou para trás a possibilidade de a nação brasileira revisar as novas medidas singulares adotadas para enfrentar a tão temida e especulativa crise financeira mundial. Para ele, inúmeros intentos foram admitidos, que mostram, pois, resultados positivos até o momento.
De acordo com Meirelles, dificilmente o BC anuncia medidas futuras, principalmente em liquidez, política monetária e/ou compulsório. Ele lembra, ainda, que diversas posições no mercado estão revertidas porque, por exemplo, atualmente o Brasil adquire dólares, diferentemente do que ocorria, quando os vendia à vista.
E como sua popularidade está em alta, as “eleições 2010” não poderiam passar despercebidas em torno de sua representatividade para o Brasil. Jornalistas questionam, mas Meirelles se esquiva. Para ele, uma decisão definitiva só ocorrerá em março do próximo ano. Vamos aguardar, obviamente!
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crise Financeira, Henrique Meirelles, Notícias
Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, afirmou que a produção da indústria adentrou num processo de recuperação econômica, vigente, para ele, há oito meses. Entretanto, mesmo com esse dado otimista, apresenta níveis abaixo daqueles constatados antes da crise financeira, o que permite, então, espaço para um melhor desenvolvimento do país.
Para Meirelles, o grande diferencial entre a nação brasileira e os demais países do globo é justamente o fato de que a recuperação interna se baseia no crescente número de postos de trabalho e, também, no crédito. Segundo ele, essa retomada promete fazer o PIB e o mesmo nível de atividade pré-crise crescer.
Segundo Henrique, o êxito se deve porque o país saiu da crise com solidez – preservou a criação de empregos e o colapso se restringiu ao setor industrial. Além disso, outra consideração do presidente do BC é a de que as demais nações ficaram subordinadas à taxa básica de juros e estímulos fiscais.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crescimento Econômico, Crise Mundial, Henrique Meirelles, Indústria
Durante uma cerimônia na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse confiar que o volume de crédito concedido voltará brevemente ao mesmo patamar do volume que era praticado antes da crise.
Ele destacou que, mesmo com o consumidor reclamando das taxas de juros, o empréstimos em bancos públicos aumentaram em 25,2% de setembro a junho, e nos privados, 9,8%.
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