O Indicador Serasa revelou que a inadimplência das empresas em 2009 foi a mais acentuada desde a assinalada em 2001. A intensa volatilidade dos mercados em virtude da crise financeira mundial levou as companhias brasileiras a atravessarem um período de grandes perdas. Consequentemente a isso, segundo a Agência Estado, o descumprimento das pessoas jurídicas com seus pagamentos teve uma elevação de quase 19% no ano passado em comparação a 2008.
O real forte, a perda na taxa de crescimento econômico e o pouco desenvolvimento das economias mundiais fizeram com que as empresas de exportação presenciassem os efeitos da crise mais veementemente.
Por conta do descrito acima e de mais outros fatores, as companhias tiveram de adotar medidas para não falirem, dentre elas a diminuição na folha de pagamento e o inevitável adiamento de possíveis investimentos. No entanto, o atual momento econômico atrelado aos investimentos futuros, no Brasil, prometem melhorar a condição das empresas.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Empresas, Inadimplência
Informações divulgadas pelo Banco Central indicam que a inadimplência média das empresas no crédito livre ascendeu pelo 10º mês seguido, em setembro, e atingiu o patamar de 4% das operações.
Em agosto deste ano, os atrasos superiores a 90 dias era de 3,9%, mais que o dobro do mesmo período de 2008, quando o número cerceava 1,7%. Esses dados apontam que a inadimplência percebida em pessoas jurídicas se mantém no pior índice desde maio de 2001, quando alcançou 4,2%.
No sentido contrário, os empréstimos voltados a pessoas físicas proporcionaram uma queda significativa de 8,4% para 8,2% entre os meses de agosto e setembro, mesmo patamar de janeiro de 2009. De acordo com o BC, esse foi o 3º baque consecutivo de inadimplência notada entre as famílias.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crédito, Empresas, Empréstimo, Inadimplência
O Indicador Serasa Experian de Cheque Sem Fundos anunciou que a recuperação econômica brasileira suscitou uma queda de 1,94% na inadimplência de cheques em setembro, o menor índice constatado desde outubro do ano passado. O percentual de inadimplência considera como sem fundo cheques aqueles devolvidos duas vezes.
Analistas do órgão crêem numa tendência de queda nesse indicador em virtude da probabilidade de crescimento gradativo da economia após a crise financeira instaurada há alguns meses. Num comparativo entre setembro e agosto deste ano, a inadimplência apresentou baque de exatos 1%.
De acordo com os técnicos envolvidos nesse levantamento, esse ponto positivo se deve à recuperação diagnosticada no mercado de trabalho, que possibilitou um aumento na renda da população, bem como a produção, o consumo e a retomada da oferta de crédito.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Cheque, Inadimplência
Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes de Lojistas (CNDL) revela que a taxa de inadimplência está diminuindo no varejo, apesar dos indicativos do Banco Central apresentarem o contrário em razão dos efeitos da crise econômica.
De acordo com o Serviço Nacional de Proteção ao Crédito (SPC), o índice de devedores com registro no banco da entidade reduziu em 13,16% no mês de agosto em relação a julho e 1,38% em comparação ao mesmo período do ano passado.
De acordo com o presidente do SPC, Roberto Alfeu Pena Gomes, os principais fatores dessa queda são a restituição do Imposto de Renda, a antecipação do 13º salário e a queda da taxa básica dos juros (Selic). A previsão para este mês é que a inadimplência continue caindo, fator que beneficia o varejo e gera aumento de empregos formais e temporários.
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Os índices de inadimplência reduziram 6,9% no mês de julho em relação ao mesmo período do ano passado apesar do aumento de 2,8% em relação a junho, é o que informam os dados do Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor. Segundo o Serasa, essa desaceleração se deve a uma melhora nas atividades econômicas e à redução das taxas de juros.
A perspectiva dos economistas para os próximos meses é de que haja uma queda gradual, fator que indica um resgate da confiança do consumidor, após um significativo aumento da inadimplência registrado especialmente no primeiro trimestre do ano em decorrência da crise econômica.
De qualquer forma, o ano de 2009 deve fechar com um acréscimo em relação a 2008, quando a economia vivia um período de crescimento.
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