Uma sequência de treze variações mensais positivas mantinha o varejo em evidência. No entanto, em janeiro de 2010, um recuo de 0,8% em relação a dezembro de 2009 foi constatado pelo Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.
O principal precursor dessa queda foi o segmento de Combustíveis e Lubrificantes, que assinalou baque de 0,5% no mesmo período analisado devido às recentes elevações do preço do etanol no varejo nacional. Por conta disso, constata-se o segundo mês seguido de queda no setor.
Por outro lado, Materiais de Construção, Hipermercados, Supermercados, Alimentos e Bebidas conquistaram dados positivos. O primeiro segmento mencionado neste parágrafo conquistou destaque em detrimento aos demais ramos, com avanço de 10%.
As medidas de estímulos fiscais fizeram com que o setor de Veículos, Moto e Peças ascendesse 20,8%, seguido por Móveis, Eletroeletrônicos e Informática, com expansão de 20,5%.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Economia, Indices, Indústria, Serasa, Varejo
Uma previsão proferida por José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, aponta que São Paulo será o vice-líder na produção de petróleo até o ano de 2020, atrás apenas do Rio de Janeiro. Seu discurso tem por base a futura exploração do pré-sal. Atualmente, São Paulo ocupa o último lugar da lista dos dez Estados em que a companhia trabalha com a matéria-prima.
No mês de agosto, a produção de petróleo da Petrobrás assinalou, em média, 527 barris diários, isso sem contar o Gás Natural. No mesmo mês, o Estado do Rio de Janeiro obteve produção média diária de 1,6 milhão de barris, seguido por Espírito Santo, com mais de 90 mil.
Entretanto, Gabrielli não soube dizer qual será o nível alcançado pela produção paulista em 2020. O presidente da Petrobras aproveitou a ocasião para afastar qualquer hipótese de concorrer a algum mandato nas eleições de 2010, ano em que o Governo Lula chegará ao fim.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Indices, Mercado Petrolífero, Petrobras, Petróleo, São Paulo
O assunto mais fomentado e disseminado no momento, a recente recessão financeira no Brasil, continua conquistando mais páginas na biografia recente do mundo econômico. Dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelam que a confiabilidade dos industriais brasileiros ascendeu a 56,5 pontos somente nos primeiros quinze dias de setembro.
Para se ter uma idéia, na segunda quinzena do mês de agosto, o Sensor – indicador desse levante – apresentou a pontuação de 53,8 pontos. De qualquer maneira, a ascensão é relevante, pois este é o segundo maior nível da história já concebido, suplantado somente por um resultado conquistado em abril do ano passado, com exatos 57,5 pontos.
Além destas informações, outros setores apresentaram patamares acima de 50 pontos. Isto só indica uma concepção: os empresários estão otimistas quanto ao futuro! Tudo leva a crer, afinal, que o Brasil é, realmente, um ótimo país para se investir.
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Entre os altos e baixos dos muitos setores que integram a Economia, o de Alimentos tem apresentado variação insatisfatória no início deste mês, alta de 1,71% já na primeira semana, contra 0,40% no encerramento de agosto, conforme dados da Fundação Getúlio Vargas.
Essa subida dos preços dos gêneros alimentícios provocou aumento na taxa de inflação que subiu e ficou na casa dos 0,56% na primeira semana de setembro/2009. Se comparada com o fechamento de agosto, 0,20% a diferença é muito significativa.
O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), que inclui no seu cálculo o preço dos alimentos, foi puxado para cima e quando ele sobe, a inflação o acompanha.
bruno Cesta Básica, Indices, Inflação
por Lindomar Vieira
Com a estabilidade da economia, embora vivamos em meio a uma forte crise mundial, o ministro da Fazenda, Guido Mantega está otimista e acredita em crescimento.
De acordo com a verificada retomada da produção industrial e do crescimento do PIB no segundo trimestre deste ano na ordem de 2%, é esperado um avanço ainda maior.
Serão mantidas as medidas adotadas para combater a crise, pois estão surtindo um efeito positivo. Contudo, medidas mais ousadas estão descartadas no momento, é mais seguro acompanhar muito de perto a evolução do mercado mundial, isso é certo.
Se para este ano Guido Mantega espera crescimento de 1% para o PIB, para o próximo ano, 2010, aposta em ambiciosos 5%, contudo sempre mantendo a cautela.
“Estamos no rumo certo, sem necessidade de correção.”, disse o ministro.
Admin Indices, Mercado à Vista, Notícias, PIB, Previsões
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou nesta semana um levantamento sobre o valor da cesta básica em diversas regiões do país. Foram pesquisadas 17 capitais brasileiras, identificando uma redução no custo da cesta básica em nove cidades.
A campeã na queda dos preços foi a capital do Rio Grande do Norte, Natal, com uma redução de 3,22%. Aracaju e Fortaleza também apresentaram baixa nos valores dos produtos. Na avaliação do menor preço, Aracaju fica em primeiro lugar com um valor de R$ 168,06.
Por outro lado, as capitais Curitiba e Manaus foram as que apresentaram maior alta nos preços, chegando a 2,30%. Já a cesta básica mais cara do país foi cotada em Porto Alegre, com valor de R$ 238,67, seguido por São Paulo e Vitória, que também apresentaram valores elevados.
Análse: a deflação continua.
Admin Cesta Básica, Economia, Indices
O mês de agosto encerrou com deflação pelo sexto mês seguido de acordo com o Índice Geral de Preços do Mercado (IPG-M). Os dados, divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), indicam uma queda de 0,36% neste mês, após a queda de 0,43% registrada em julho. Este indicador é usado para calcular o reajuste de contratos de aluguel.
O Índice de Preços por Atacado – Mercado (IPA-M) também apresentaram queda de 0,61%, seguido pela queda de julho, de 0,85%. Já o Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M) aumentou 0,16%, registrando uma desaceleração de 0,34% em relação a julho. A FGV também informa que, de janeiro até agosto, a deflação do IGP-M chega a 2,02%.
Admin Economia, IGP-M, Indices, Inflação
Apesar de apresentar alta de 1,7% no mês de junho, o varejo fecha o semestre com uma alta de apenas 4,4% indicando o pior índice semestral desde o ano de 2004. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A recuperação do setor no acumulo de vendas é lenta, porém o quadro é positivo diante do cenário econômico atual.
O comércio varejista ampliado, que engloba a venda de materiais de construção e veículos, foi o que apresentou os melhores índices de crescimento com um volume de vendas fechando em alta de 6,5% e receita com alta 7,4%.
Admin Comércio Varejista, Crise Mundial, IBGE, Indices