Quando decide divulgar dados sobre o segmento, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) o faz em ampla escalar, abrangendo diversos setores por ela atendidos. Desta vez, segundo a entidade, as vendas de máquinas agrícolas no país ruíram em 8,7% no mês passado ante março deste ano.
A Anfavea, para alegria geral do setor, relacionou que as vendas realizadas no 4º mês de 2010 foram maiores em 53,5% em comparação a abril de 2009. No primeiro quadrimestre do ano atual, são mais de 22,5 mil unidades comercializadas pelo país.
Ainda em relação a abril, de acordo com o portal de economia Terra, a produção de máquinas alçou pouco mais de 7,8 mil unidades, retração de 1,1% ante março e desenvolvimento de quase 50% se comparado ao mês igual de 2009.
Confira mais números sobre o setor, tais como vendas ao exterior, no site do Terra.
Por: Luiz Felipe Erdei
Admin Agricultura, Indústria Automobilística, Notícias
O setor automotivo do Brasil já tinha pedido, há menos de uma semana, mas ao que tudo aponta, uma reunião entre governo e empresários de diversos ramos acontecerá em 3 de março, quarta-feira, para a discussão de estímulos e competitividade ao segmento de exportação.
Welber Barral, secretário de Comércio Exterior, revela, de acordo com reportagem apregoada pelo Portal de Economia UOL com base no Valor Econômico, que o encontro é um pedido de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil. Guido Mantega, ministro da Fazenda, deverá participar da reunião juntamente com integrantes do Grupo de Acompanhamento da Crise [financeira].
Segundo Barral, existem várias propostas na mesa de negociações, tais como na área tributária e outras em medidas cambiais, estudadas, pois, pelo Banco Central. Para Welber, a intenção é inserir estímulos que ampliem a capacidade do setor exportador do Brasil para que possa concorrer com outros mercados pelo mundo.
Saiba mais aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Exportações, Indústria Automobilística, Notícias
Insatisfeita com os últimos resultados no segmento de exportação, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) foi ao Ministério da Fazenda para cobrar medidas de estímulos que permitam a recuperação de vendas nesse âmbito, pois a queda constatada em 2009 foi de 40%.
O pedido é estritamente às exportações, prejudicadas principalmente em países como Argentina, México e Estados Unidos, porque o mercado interno respondeu bem aos estímulos econômicos concedidos no ano passado, tais como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos consumidores brasileiros.
O objetivo principal do encontro mencionado no primeiro parágrafo é o de colocar o segmento automotor na pauta de discussões do pacote de medidas para incentivar as exportações, segundo o Portal de Economia do Estadão. A previsão de que isto fique pronto é em março deste ano, com algumas propostas sugeridas, dentre elas a devolução mais acelerada de créditos tributários a exportadores.
Para saber mais, acesse aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Exportações, Indústria Automobilística, Notícias
A valorização do real diante do dólar começou a surtir efeitos para os fornecedores do segmento automotivo, considerado, um setor sensível para a economia devido ao grande número de empregos com qualificação por ele gerado. De acordo com José Rubens de La Rosa, diretor-geral da Marcopolo, esse câmbio coopera para a desindustrialização brasileira, pois muitas peças são feitas sob encomenda, com relacionamentos de longo prazo.
Por conta disso, autopeças importadas passaram a ser o principal foco das montadoras nacionais. A Marcopolo já tomou decisões: interrompeu o fornecimento de peças para suas filiais no exterior e passou a buscar alternativas logísticas com a finalidade de aumentar a participação de peças estrangeiras para suas fábricas no Brasil.
A Agrale, fabricante de tratores, deu início a uma revisão de todo o seu leque de fornecedores. Edson Martins, diretor de suprimentos da companhia, afirmou que o objetivo da empresa é reduzir o número de parceiros em 25% até o final do próximo ano. Dados indicam que os fornecedores estrangeiros respondem por 10% das compras da Agrale, porém, a propensão é de que ganhem mais participação.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Dólar, Economia, Indústria Automobilística
De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de veículos automotores, que engloba automóveis, caminhões e autopeças, apresentou um crescimento de 3,5% no mês de setembro em relação a agosto, na série com acerto sazonal.
Para Isabella Nunes, economista da coordenação de indústria, a alta matutou, principalmente, o bom desempenho figurado em caminhões e autopeças, pois a produção de automóveis, em agosto, foi danificada por interrupções – greves – no setor.
Entretanto, de acordo com o IBGE, em comparação com o mês de setembro de 2008, a produção de veículos apresenta forte queda, com um retrocesso de quase 17%. A economista atentou, pois, que mesmo diante desse resultado negativo, o segmento apresenta uma dilatação acumulada em pouco mais de 82% em setembro de 2009 ante dezembro do ano passado.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crescimento, IBGE, Indústria Automobilística
Informações divulgadas por Fritz Henderson, executivo chefe da General Motors, apontam que a empresa não tem conseguido alcançar as diversas metas que projetava para até o final deste ano. A companhia ainda tem, aproximadamente, 10 mil funcionários a mais nos Estados Unidos, número que não se especulava. Além disso, a montadora também desperdiçou o prazo (30 de setembro) para concluir um acerto de venda da marca Hummer a uma empresa chinesa.
De qualquer maneira, o mar não é somente de azar à General Motors. Segundo Henderson, o fluxo de caixa e a redução de custos são duas metas que a companhia tem conseguido abiscoitar, porém, sem dados divulgados para a imprensa.
Outras metas conquistadas dentro das previsões estão os planos da GM de diminuição na rede de suas revendedoras nos Estados Unidos, bem como a eliminação de quatro marcas em déficit naquele país.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crise Financeira, General Motors, Indústria Automobilística
Com suporte do banco estatal russo Sberbank, o conselho da General Motors resolveu vender o domínio da Opel ao grupo de autopeças Magna, este, de origem canadense. Isto pôs fim a meses de dúvidas sobre o destino da unidade.
A GM aguarda que um consenso categórico seja acordado em breve, para que finalmente o término da negociata seja efetivada dentro de alguns meses. Diretamente de Berlim, em entrevista, Amgela Merkel, chanceler alemã, cortejou a resolução, pois afirma que isso significa um novo começo para a Opel.
O diálogo sobre a venda da Opel, que a General Motors está rescindindo como elemento de uma re-elaboração da montadora instrumentada pelo governo dos Estados Unidos, se arrasta há meses. A importância no negócio, além de cifras milionárias, é que a empresa emprega, atualmente, 50 mil funcionários, a grande maioria residente na Alemanha.
bruno General Motors, Indústria Automobilística, Notícias