A Caixa Econômica Federal possui próprios meios de atuação e decisão, tanto que poderá permitir que recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) sejam destinados à capitalização da Petrobras. Embora contrário à decisão, o governo brasileiro confessa que a proposta poderá ser aprovada por grande parte dos deputados que votarão o projeto em plenário, daqui a pouco tempo.
De acordo com o Portal de Economia do Terra, caso o governo brasileiro não consiga frear a medida, caberá a Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, alterar algumas disposições ou vetar a medida. Se a primeira opção for acatada, a matéria poderá voltar à Câmara.
Caso acionistas minoritários adquiram papéis da estatal por meio do dinheiro do FGTS, uma injeção de aproximadamente US$ 35 bilhões poderá fazer parte da Petrobras. Agora, tem-se de aguardar o resultado e esperar que o melhor seja feito. Para tirar suas próprias conclusões, saiba mais sobre o assunto aqui
Após o grande susto gerado pela crise financeira mundial, o Brasil continua a ser o foco em investimentos e referência econômica, seja aos estrangeiros, seja às empresas e estatais nacionais. Paulo Roberto Costa, diretor de Abastecimento da Petrobras, ambiciona ampliar a participação da companhia no mercado de etanol entre 10% e 20% até 2014.
Usinas existentes e projetos novos são um dos álibis de Costa para essa avaliação. Segundo ele, que teve idéias veiculadas pela Agência Estado, a estratégia está estabelecida no Plano de Negócios da Petrobras, num período de 2009 a 2013.
Por enquanto, Paulo não sabe a quantidade de usinas prospectadas. O que tem por certo é o aumento da participação da estatal brasileira no mercado interno e de exportação. A união entre a Shell e a Cosan é observada sem grandes preocupações pelo diretor, pois este examina que o intento entre as duas empresas só tem a favorecer as companhias brasileiras – ou seja, não se sente ameaçado.
Depois de uma semana instável (semana passada), o UOL preparou uma entrevista bem interessante com o Analista Silvio Paixão, onde é discutida qual seria as melhores ações para se investir neste momento.
Segundo Silvio, esta grande variação na bolsa é bem comum de se acontecer quando a bolsa está com sua pontuação no pico.
Para o Analista, esta semana será mais uma semana instável na bolsa. Por isso, o mais indicado é investir em ações de alta liquidez (ações da Petrobras, Itaú ou Vale por exemplo).
Um discurso de Alan Garcia, presidente peruano, pode dar muita alegria a milhares de brasileiros. Segundo ele, a Petrobras pode ter feito a descoberta de até 5 trilhões de pés cúbicos de gás natural na região amazônica daquele país. Se isso for atestado, tal novidade pode suprir as necessidades de gás, no Peru, até o ano de 2050.
A área em que a estatal brasileira pode ter encontrado essa matéria é conhecida por Bloco 58, uma região de exploração praticamente nova. O poço que engloba esse – provável – gás é o Urubamba, um dos cinco que se tem conhecimento.
Segundo o presidente do Peru, isso confirma um pulo dentro de suas fronteiras em garantias dessa matéria para o país. A nação peruana, por fim, possui, aproximadamente, 15 trilhões de pés cúbicos de gás em reservas em seu bloco sul. Um pouco a mais não faz mal a ninguém, certo?
Novamente questionada sobre o andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Petrobras declarou que não há falta de cimento asfáltico de petróleo (CAP) em suas refinarias às distribuidoras, diferentemente do relatado em diversos veículos noticiosos nos últimos dias.
De acordo com a estatal brasileira, sua capacidade de produção é de 3 milhões de toneladas anuais, enquanto que a demanda total estimada às obras do PAC é de 2,4 milhões de toneladas por ano.
A Petrobras alegou que, atualmente, realiza testes piloto de importação de CAP, com a finalidade de oferecer maior tranqüilidade no sentido operacional. A carga inicial, de acordo com a empresa, é de 7 mil toneladas a serem entregues até o final de outubro. A carga seguinte, de 9 mil toneladas, estará disponível já em novembro.
Uma previsão proferida por José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, aponta que São Paulo será o vice-líder na produção de petróleo até o ano de 2020, atrás apenas do Rio de Janeiro. Seu discurso tem por base a futura exploração do pré-sal. Atualmente, São Paulo ocupa o último lugar da lista dos dez Estados em que a companhia trabalha com a matéria-prima.
No mês de agosto, a produção de petróleo da Petrobrás assinalou, em média, 527 barris diários, isso sem contar o Gás Natural. No mesmo mês, o Estado do Rio de Janeiro obteve produção média diária de 1,6 milhão de barris, seguido por Espírito Santo, com mais de 90 mil.
Entretanto, Gabrielli não soube dizer qual será o nível alcançado pela produção paulista em 2020. O presidente da Petrobras aproveitou a ocasião para afastar qualquer hipótese de concorrer a algum mandato nas eleições de 2010, ano em que o Governo Lula chegará ao fim.
A utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a compra de ações da Petrobras foi endossada, há pouco, por Edemir Pinto, diretor-presidente da BM&FBovespa. O apoio a esta medida foi enunciado durante audiência na comissão especial da Câmara dos Deputados, esta, que pondera o projeto de capitalização da estatal brasileira.
Edemir apóia, além disso, o uso do FGTS não somente aos trabalhadores que selecionaram pela utilização do fundo na aquisição de ações no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mas, também, aos que demonstraram a interesse em ingressar no mercado na época atual.
Para Pinto, uma das temeridades para o mercado de capitais do Brasil é o de não garantir ao trabalhador condições para o exercício de preferências, exclusivamente àqueles que já são acionistas da Petrobras e que utilizam parte do rendimento do FGTS.
Com a euforia pelas novas conquistas em torno da pauta “pré-sal”, José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, ratificou que a empresa está executando análises no litoral da Bahia a fim de verificar se existe petróleo na camada de lá.
Essas pesquisas foram iniciadas após o discurso de Jacques Wagner (PT), governador do Estado baiano, que supôs uma provável existência da matéria-prima na região. Entretanto, Gabrielli não afirma com veemência essa possibilidade. Para ele, será necessário perfurar alguns locais a fim de obter confirmação.
Se a moda pegar pelo Brasil, provavelmente a população escutará inúmeros rumores em torno de novas pesquisas em busca do petróleo. É esperado, de todo jeito, que cada indivíduo coma a sua parte do bolo – já crescido.
O Pré-Sal ainda está em gestação e já está causando enorme discussão em todos os setores da política e da economia.
O presidente Lula já se mostrou inflexível na sua proposta da criação de um fundo para a Educação, pesquisas e Meio-ambiente. Há quem brande contra o papel que o governo espera para a Petrobrás como detentora de 30% do negócio e do regime de concessões proposto. Alguns concordam e endossam as parcerias com a iniciativa privada na exploração da riqueza, outros pensam que envolver a iniciativa privada é perigoso e pode significar a entrega do ouro nas mãos do vilão. Também há grande polêmica no que toca à criação da PETROSAL que poderá ser a gestora do negócio. Entre outras coisas.
A situação já está assim. Não seria melhor se começássemos a extrair óleo no Pré-Sal para sabermos para dar maior sentido às discussões?
O agricultor familiar, sim, aquele produtor que utiliza sua lavoura para prover seu sustento, terá mais motivos para continuar a produzir. Uma parceria entre o Banco do Brasil e a Petrobras Biocombustível acertou, nesta quarta-feira, 9 de setembro, um acordo de 90 milhões de reais para financiar as plantações de matérias-primas. O intuito inicial é impulsionar a área de biocombustíveis em diversas usinas espalhadas por inúmeros Estados.
Serão agraciados familiares e cooperativas pertencentes a Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Bahia, Piauí, Ceará e outras regiões que primam pelo cultivo da soja, da mamona e do girassol.
Os recursos serão repassados aos favorecidos por uma linha de crédito a custeios agropecuários, dentro, em outras palavras, do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).