Após o grande susto gerado pela crise financeira mundial, o Brasil continua a ser o foco em investimentos e referência econômica, seja aos estrangeiros, seja às empresas e estatais nacionais. Paulo Roberto Costa, diretor de Abastecimento da Petrobras, ambiciona ampliar a participação da companhia no mercado de etanol entre 10% e 20% até 2014.
Usinas existentes e projetos novos são um dos álibis de Costa para essa avaliação. Segundo ele, que teve idéias veiculadas pela Agência Estado, a estratégia está estabelecida no Plano de Negócios da Petrobras, num período de 2009 a 2013.
Por enquanto, Paulo não sabe a quantidade de usinas prospectadas. O que tem por certo é o aumento da participação da estatal brasileira no mercado interno e de exportação. A união entre a Shell e a Cosan é observada sem grandes preocupações pelo diretor, pois este examina que o intento entre as duas empresas só tem a favorecer as companhias brasileiras – ou seja, não se sente ameaçado.
Fonte: Agência Estado
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Novamente questionada sobre o andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Petrobras declarou que não há falta de cimento asfáltico de petróleo (CAP) em suas refinarias às distribuidoras, diferentemente do relatado em diversos veículos noticiosos nos últimos dias.
De acordo com a estatal brasileira, sua capacidade de produção é de 3 milhões de toneladas anuais, enquanto que a demanda total estimada às obras do PAC é de 2,4 milhões de toneladas por ano.
A Petrobras alegou que, atualmente, realiza testes piloto de importação de CAP, com a finalidade de oferecer maior tranqüilidade no sentido operacional. A carga inicial, de acordo com a empresa, é de 7 mil toneladas a serem entregues até o final de outubro. A carga seguinte, de 9 mil toneladas, estará disponível já em novembro.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Uma previsão proferida por José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, aponta que São Paulo será o vice-líder na produção de petróleo até o ano de 2020, atrás apenas do Rio de Janeiro. Seu discurso tem por base a futura exploração do pré-sal. Atualmente, São Paulo ocupa o último lugar da lista dos dez Estados em que a companhia trabalha com a matéria-prima.
No mês de agosto, a produção de petróleo da Petrobrás assinalou, em média, 527 barris diários, isso sem contar o Gás Natural. No mesmo mês, o Estado do Rio de Janeiro obteve produção média diária de 1,6 milhão de barris, seguido por Espírito Santo, com mais de 90 mil.
Entretanto, Gabrielli não soube dizer qual será o nível alcançado pela produção paulista em 2020. O presidente da Petrobras aproveitou a ocasião para afastar qualquer hipótese de concorrer a algum mandato nas eleições de 2010, ano em que o Governo Lula chegará ao fim.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Na medida em que o tempo passa, Brasil e Venezuela selam acordos a fim de favorecer os dois países, bem como alavancar a força da América do Sul perante o globo terrestre. Recentemente, foi anunciado que as duas nações construirão, em parceria, uma nova refinaria em nosso território.
O acordo inicial, previsto para ser assinado neste final de semana, foi adiado para outubro. Luiz Inácio Lula da Silva pediu que o tratado seja firmado somente no próximo encontro com o presidente venezuelano Hugo Chávez, previsto para o dia 17 de outubro.
Rafael Ramírez, ministro do Petróleo da Venezuela, também presidente da estatal Petróleos de Venezuela S.A., articulou que o país fará um sinal de US$ 300 milhões somente para o projeto.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Com a euforia pelas novas conquistas em torno da pauta “pré-sal”, José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, ratificou que a empresa está executando análises no litoral da Bahia a fim de verificar se existe petróleo na camada de lá.
Essas pesquisas foram iniciadas após o discurso de Jacques Wagner (PT), governador do Estado baiano, que supôs uma provável existência da matéria-prima na região. Entretanto, Gabrielli não afirma com veemência essa possibilidade. Para ele, será necessário perfurar alguns locais a fim de obter confirmação.
Se a moda pegar pelo Brasil, provavelmente a população escutará inúmeros rumores em torno de novas pesquisas em busca do petróleo. É esperado, de todo jeito, que cada indivíduo coma a sua parte do bolo – já crescido.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Com um investimento que promete chegar à casa de 1,6 bilhão de dólares, a petrolífera de origem espanhola Repsol-YPF afirmou que destinará inúmeros projetos para a exportação de gás natural à Argentina providos, então, da Bolívia durante os próximos cinco anos.
O investimento, que será feito no país liderado pelo presidente Evo Morales, promete alavancar o setor naquela nação, pois, segundo Carlos Villegas, presidente da estatal boliviana YPFB, a própria Repsol-YPF reconheceu que pouco investiu na Bolívia.
O anúncio, de qualquer maneira, que tem por fim selar e fazer cumprir tal intento, será executado no início de outubro, ocasião em que os executivos da Repsol estarão na Bolívia.
bruno Argentina, Bolívia, Petróleo, Repsol
Petrobrás, uma das estatais com maior poderio econômico mundial, passará, em meados de 2015, a processar o intenso volume de óleo do pré-sal. As refinarias da empresa, originalmente voltadas a apurar o diesel Premium, serão adaptadas para tal fim, segundo Paulo Roberto Costa, diretor de abastecimento da companhia.
Para ele, a empreitada pode diminuir o custo de construção, com previsão inicial em 20 bilhões de dólares para as unidades do Maranhão, que produz 600 mil barris por dia, e Ceará, em torno de 300 mil barris diários.
Entretanto, as duas divisões não serão satisfatórias para acolher toda a produção do pré-sal. Por isso, abre-se espaço para que apareçam novas unidades produtoras pelo Brasil.
bruno PIB, Petrobras, Petróleo
Por Lindomar Vieira
Os Estados Unidos têm agora mais um fato do qual se lamentar, além da crise interna recebeu mais um golpe na sua influência externa. Foi fechado um acordo no qual a Venezuela se tornou fornecedora de petróleo para o Irã depois de um longo período de negociações.
O acordo gira em torno de $ 800 milhões e o fornecimento será de 20 mil barris por dia.
Embora o Irã seja um dos maiores exportadores de petróleo do mundo, não dispõe de suficiente tecnologia para a produção de derivados, com isso abrem-se novas portas de parcerias no mercado petrolífero mundial e a Venezuela, de Chávez, está se beneficiando com a oportunidade surgida.
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Em um comunicado feito nesta semana, a BP, companhia britânica no setor petroleiro, relatou que fez um gigantesco achado da matéria-prima no Golfo do México.
Segundo a empresa, esse poço, localizado na jazida Tiber, quase 1300 metros sob a água, é um dos mais profundos já perfurados – quase 11 mil metros.
No entanto, a BP informou que há a necessidade de se avaliar mais profundamente para determinar as proporções da descoberta e a rentabilidade futura. De qualquer maneira, a Petrobrás é uma das empresas envolvidas na perfuração e extração do petróleo na região, esta, situada a 400 km ao sudeste de Houston.
bruno Internacional, Petróleo
A empresa multinacional do Reino Unido, British Petroleum (BP), anunciou nesta semana a descoberta de um poço profundo de petróleo situado no Golfo do México. A região tem a BP como a maior produtora individual, que opera a jazida Tiber com 62% da participação, seguida pela Petrobrás, que representa 20%, e a ConocoPhilips, com 18%.
A descoberta de enorme proporção na representatividade do setor só equivale a Kaskida, jazida descoberta em 2006. A perfuração do poço chega a 10.685 metros de profundidade, mas o petróleo ainda será avaliado pela companhia para garantir qual é a taxa de recuperação do combustível. Analistas esperam que, devido a leveza do petróleo encontrado no Tiber, em torno de 25% do petróleo possa ser recuperável em outros campos da região do Golfo do México.
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